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Activistas apelam ao PR angolano o repatriamento de Nito Alves


Nito Alves

Depois da detenção do ativista angolano, Nito Alves, na sexta-feira, 26 de junho, em Lisboa, um grupo de ativistas anunciou em comunicado que vai solicitar o repatriamento de Manuel Chivonde Baptista Nito Alves, ao Presidente de Angola, João Lourenço.

Nito Alves foi detido em frente ao Consulado de Angola, na capital portuguesa, depois de a polícia ter sido chamada ao local. Num vídeo que corre pelas redes sociais, Nito Alves discute com a polícia pois quer ver "a sua situação resolvida". Num outro vídeo vê-se o ativista a ser detido.


Os ativistas e amigos de Nito Alves escrevem no comunicado que temem "pela integridade física e pela vida do mesmo", e que por isso vão endereçar cartas ao Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, e ao novo embaixador residente de Portugal em Angola, Pedro Maria Santos Pessoa e Costa, na terça-feira, 30 de junho de 2020.

Ao Chefe do Estado Angolano, diz o comunicado assinado por Adolfo Campos, "os activistas irão solicitar uma pronta intervenção, no quadro dos voos humanitários de Angola e dado o extravio dos documentos de identidade do cidadão em causa, que encontra resistência para o tratamento de Salvo Conduto junto ao Consulado Geral de Angola em Lisboa, com vista a possibilitar o seu repatriamento."

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Ao embaixador português em Angola, "os activistas irão solicitar audiência a fim de formalmente apresentarem preocupações candentes que, acreditam, possam minar a relação entre os dois países."

As cartas serão entregues na Cidade Alta e na embaixada portuguesa na manhã de 30 de junho de 2020.

Nito Alves foi detido na sexta-feira, 26 de junho, mas já está em liberdade.

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