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Órfãos do genocídio do Ruanda

O genocídio do Ruanda aconteceu há 20 anos, mas a experiência traumática dos sobreviventes ainda está à flor da pele.
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Centenas de órfãos do genocídio de 1994 no Ruanda ainda sofrem nos bairros de lata de Kigali, são traficantes ou prostituem-se para sobreviver, o corredor Giporoso em Kigali, Ruanda, Nov 20, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)
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Centenas de órfãos do genocídio de 1994 no Ruanda ainda sofrem nos bairros de lata de Kigali, são traficantes ou prostituem-se para sobreviver, o corredor Giporoso em Kigali, Ruanda, Nov 20, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)

Órfãos do genocídio do Ruanda, Vansing (segundo à esquerda) e os seus amigos assaltantes, jogam e lutam pela sua sobrevivência, Giporoso, Kigali, Rwanda, Nov. 15, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)
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Órfãos do genocídio do Ruanda, Vansing (segundo à esquerda) e os seus amigos assaltantes, jogam e lutam pela sua sobrevivência, Giporoso, Kigali, Rwanda, Nov. 15, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)

Negnzi Alliy (esquerda), 23 anos, faz uma tatuagem do genocídio do Ruanda com o a frase "never again" (nunca mais) no braço de Tomy. Negnzi Alliy diz "Eu não me preocupo com transmissão do VIH-SIDA através das minhas agulhas. Giporoso está a matar suavemente a nossa geração". Giporoso, Kigali, Ruanda, Nov. 5, 2013.
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Negnzi Alliy (esquerda), 23 anos, faz uma tatuagem do genocídio do Ruanda com o a frase "never again" (nunca mais) no braço de Tomy. Negnzi Alliy diz "Eu não me preocupo com transmissão do VIH-SIDA através das minhas agulhas. Giporoso está a matar suavemente a nossa geração". Giporoso, Kigali, Ruanda, Nov. 5, 2013.

Kuitonda David, 24 anos, joga na sala de bilhar onde trabalha, Gibiloso, Kigali, Ruanda, Nov. 27, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)
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Kuitonda David, 24 anos, joga na sala de bilhar onde trabalha, Gibiloso, Kigali, Ruanda, Nov. 27, 2013. (Hamada Elrasam for VOA)

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