sexta-feira, 12 fevereiro, 2016. 14:04 UTC

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    EUA: Contagem descrescente para "precipício fiscal"

    Se não for alcançado rapidamente um acordo entre a Casa Branca e o Congresso o país poderá sofrer nova recessão, dizem muitos economistas.

    Redacção VOA
    Os legisladores americanos já estão de regresso a Washington, depois do longo fim-de-semana do feriado do Thanksgiving, tendo pela frente a difícil tarefa de chegar a um acordo capaz de evitar o denominado “precipício fiscal”.

    Se não conseguirem rapidamente um acordo, uma série de aumentos de impostos e de outras alterações fiscais entrarão em vigor em Janeiro podendo empurrar a economia americana para uma nova recessão.

    Uma primeira ronda de conversações entre a Casa Branca e os líderes do Congresso, na sequência das eleições presidenciais de Novembro, não se traduziu por progressos.


    Com as negociações prestes a recomeçarem os legisladores envolvidos no processo deram contudo a entender em diversas entrevistas televisivas durante o fim-de-semana que estavam dispostos a considerar escolhas políticas difíceis de modo a alcançar um acordo bipartidário.

    O congressista republicano Peter King falou ao programa “Meet the Press” da rede NBC afirmando: “ Não devemos tomar posições inamovíveis.”
    Esse ponto de vista foi partilhado pelo senador democrata, Richard Durbin:  “Ponham tudo na mesa. Nós podemos resolver este problema”.

    Especificamente vários legisladores republicanos afirmaram que estavam dispostos a por de lado a promessa feita há vários anos de que nunca votariam no sentido de aumentar os impostos e que só reduziriam o deficit através de cortes orçamentais. Esse é o ponto de vista do senador republicano Lindsey Graham: “Eu estou disposto a voltar atrás com essa promessa. Os republicanos devem por a questão dos rendimentos na mesa de negociações.”

    Por seu lado o senador Richard Durbin acrescentou que os democratas devem ter a coragem de enervar a sua base eleitoral de modo a introduzir reformas em programas sociais como o “Medicare” de que dependem os americanos que se encontram na reforma.

    Apesar destas declarações as diferenças partidárias persistem. Os republicanos afirmam que a melhor maneira de aumentar o rendimento do governo é limitar as deduções fiscais em vez de aumentar os impostos aos mais ricos como propõe o presidente Barack Obama e os legisladores democratas.

    Por seu lado os democratas concordam com a ideia de que os custos do “Medicare” devem ser contidos mas opõem-se às propostas dos republicanos para reformarem radicalmente aquele programa social.
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