quinta-feira, 02 outubro, 2014. 16:29 UTC

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Estados Unidos continuam à beira do "precipício fiscal"

O presidente Obama e os líderes republicanos não têm sido capazes de ultrapassar as suas divergências para um acordo sobre a redução da dívida.

Mark Zandy da agência financeira Moody´s falando no Congresso americano
Mark Zandy da agência financeira Moody´s falando no Congresso americano
Redacção VOA
Dois destacados economistas americanos afirmaram que um acordo para a redução da dívida, que evite grandes aumentos de impostos e cortes nas despesas, poderá impulsionar a economia americana mas apenas se o mesmo contiver também uma solução genuína para os problemas fiscais dos Estados Unidos.

Os dois economistas falavam perante uma comissão do Congresso americano.
Mark Zandy da agência financeira Moody´s afirmou que o dramatismo e a incerteza rodeando as negociações para a redução da divida dos Estados Unidos estão a prejudicar a frágil recuperação económica do país: “ Têm que chegar a um acordo sobre a dívida. A incerteza está a matar-nos”.


Segundo Zandi um acordo abrangente impulsionaria o motor económico americano: “ Se conseguirmos resolver este assunto então poderemos avançar. Vamos criar muitos empregos e a taxa de desemprego baixará de um modo consistente.”

Kevin  Hassett um economista que foi conselheiro do antigo candidato à presidência pelo partido republicano Mitt Romney, concorda com a leitura de Mark Zandy: “ A melhor coisa que podemos fazer pelos desempregados americanos é resolver os nossos grandes problemas.”

O presidente Barack Obama e os líderes republicanos no Congresso não têm sido capazes de ultrapassar as suas divergências acerca de colecta de impostos e de cortes orçamentais necessários para um acordo sobre a redução da dívida.

Mark Zandi afirmou que se a escolha for entre um acordo frágil que adie escolhas difíceis ou então a queda perlo denominado “precipício fiscal”, então escolheria a última das vias: “ Eu não chegaria a um acordo até ao final do ano a não ser que seja um acordo realmente bom. Prosseguiria no ano que vem se isso fosse preciso para chegar a um melhor acordo.”

Contudo o adiamento de um acordo para o próximo ano significaria a entrada em vigor de um severo plano de austeridade, substanciais aumentos de impostos e cortes drásticos no orçamento do governo federal.

Segundo Zandi esse tratamento de choque seria preferível a um acordo menos abrangente, e, segundo aquele destacado economista os problemas que isso causaria a curto-prazo valeriam a pena se isso criasse em Washington uma genuína vontade de por as suas contas em ordem.

O presidente Obama já afirmou que não quer empurrar a América para o “precipício fiscal”, mas entidades oficiais da Casa Branca já estão a preparar-se para a possibilidade das negociações falharem.
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