sábado, 30 maio, 2015. 22:31 UTC

Moçambique

Banco Mundial apoia diálogo em Moçambique

O primeiro encontro entre o pessoal do Banco Mundial e os representantes de grupos da sociedade civil em Moçambique foi muito concorrido.

Sede do Banco Mundial em Washington
Sede do Banco Mundial em Washington
Simião Pongoane
O Banco Mundial tem 23 milhões de dólares para apoiar a sociedade civil em doze países do Mundo, incluindo Moçambique, através da Parceria Global para Responsabilidade Social.


Trata-se de uma iniciativa que surgiu na sequência da primavera árabe que derrubou os governo da Tunísia, Egipto e Líbia.

Segundo o Banco Mundial, a primavera árabe foi promovida pela sociedade civil por falta de diálogo permanente e construtivo com os dirigentes derrubados.

Para minimizar novos riscos, aquela instituição quer capacitar a sociedade civil em matéria de prestação de contas, através de projectos nas áreas de educação, saúde e indústria extractiva, segundo afirma Rafael Saúte, responsável pela Comunicação na delegação do Banco Mundial em Maputo.

“O objectivo desta iniciativa é fortalecer o processo de prestação de contas. O Banco Mundial despertou para esta questão da falta de voz por parte dos cidadãos com a primavera árabe e depois desenhou um programa para ajudar a sociedade civil “– disse Rafael Saúte.

O primeiro encontro entre o pessoal do Banco Mundial e os representantes de grupos da sociedade civil em Moçambique foi muito concorrido. É que onde há dinheiro ninguém quer ser excluído, mesmo antes de conhecer os critérios de distribuição.

Gabriel Mondlane, representante da sociedade civil, acredita que está é uma oportunidade ímpar a não perder.

Mas para Mondlane “a coisa mais importante é que as pessoas devem perceber o que é sociedade civil, a sua obrigação e qual é a obrigação dos dirigentes governamentais. Se um dia houver entendimento sobre as obrigações de cada parte, então não haverá desentendimento no terreno como aconteceu com a primavera árabe”.

Em Moçambique, há um debate político sobre a existência ou não de sociedade civil não-alinhada a partidos políticos.
O Banco Mundial distancia-se do debate e lança a parceria global para responsabilidade social. É um projecto-piloto que arranca com 12 países em todo o Mundo.
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