sexta-feira, 29 agosto, 2014. 12:00 UTC

Notícias / Moçambique

Aumento dos transportes paralisa Maputo e Matola

A Polícia mobilizou todos os seus meios para travar a onda de protestos, por forma a minimizar os efeitos.

Mafalala, um subúrbio de Maputo
Mafalala, um subúrbio de Maputo
William Mapote
Lojas fechadas, transporte paralisado e muita gente a caminhar. Este foi o cenário vivido durante o dia de hoje nas cidades de Maputo e Matola.


Populares nas ruas, com destaque para os bairros periféricos duas cidades, manifestavam em protestos contra o agravamento da tarifa de transporte, que hoje entraram em vigor, com barricadas e pneus queimando pelas estradas.

Na onda da reedição dos protestos de 2008 e 2010, os populares aproveitaram a ocasião para manifestar contra encurtamentos de rotas dos transportadores e a precariedade das infra-estruturas rodoviárias, que contribuem para o agravamento do custo de vida nas duas cidades.

A Polícia mobilizou todos os seus meios para travar a onda de protestos, por forma a minimizar os efeitos.

Da intervenção policial resultaram pelo menos seis detidos, mas informações não confirmadas pela Polícia indicam que o número pode ser maior.

António Pelembe, chefe de Operações no Comando Geral da Polícia, falou no início da tarde, que a situação já estava controlada e apelava à calma e urbanidade entre os munícipes.

Até ao fim a tarde em Maputo, o transporte continuava paralisado e os poucos trabalhadores que ainda estavam na cidade, viram-se obrigados a percorrer caminhando para as suas residências.

Até ao fecho da nossa reportagem, continuavam escassos os dados sobre possíveis vandalizações. Contudo, um facto que não passou despercebido, foi a limitação de chamadas telefónicas e de texto pela operadora Mcel, pelo menos até ao meio do dia.
Informações não oficiais, indicam ter sido uma atitude deliberada para evitar que a rede desta operadora fosse utilizada para a mobilização para os protestos, tal como aconteceu há dois anos.

Neste momento, ainda não houve pronunciamentos do governo, quer da cidade quer central, continuando uma incógnita sobre o que irá acontecer amanhã.
O forúm foi encerrado
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