domingo, 20 abril, 2014. 13:39 UTC

Notícias / Angola

Missão internacional chega a Bissau no Domingo

Representantes de organizações políticas internacionais querem alcançar posições comuns sobre como resolver crise causada pelo golpe de estado de Abril

Soldado guineense estacionado numa rua de Bissau
Soldado guineense estacionado numa rua de Bissau
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Lassana Casamá
Uma delegação de diversas organizações internacionais chega esta Domingo a Bissau para uma visita de vários dias destinada a avaliar a situação no país e que poderá resultar na adopção de uma posição comum sobre como resolver a crise política na Guiné Bissau.




O representante permanente da União Africana em Bissau Ovídio Pequeno disse que a missão envolve representantes das Nações Unidas, União Africana, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Comunidade Económica de Desenvolvimento da África Ocidental (CEDAO) e da União Europeia.

Tem havido divergências entre algumas dessas organizações sobre a posição a adoptar quanto ao “governo de transição” na Guiné Bissau que assumiu o poder após o golpe de estado de 12 de Abril.

Enquanto a CPLP e a ONU têm insistido  no regresso “á ordem constitucional”, a CEDAO apoiou a formação de um governo de transição que resulte em eleições gerais tendo enviado para o país uma força militar e policial para supervisionar o processo de transição.

Numa relatório apresentado ao Conselho de Segurança da ONU esta semana o Secretário –geral da ONU Ban Ki moon disse não existirem condições para a realização de eleições.

Ban manifestou o seu apoio ao envio desta delegação internacional a Bissau para se tentar alcançar  um "roteiro" para a resolução da crise com apoio de todas as organizações

Ovídio Pequeno disse que a missão se vai avistar com membros do governo, partidos político e organizações sociais para se inteirar da situação no terreno e tentar alcançar uma posição comum.

A missão vai permanecer em Bissau durante seis dias.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: Rui Manuel da Costa de: Bissau
14.12.2012 09:50
Nha mantenhas

vim atraves deste meio, lembrar ao mundo que a crise politico militar na GB, não começou em 1 de Abril de corrente. mas desde 7 de jundo de 1998, quando um grupo de militaris amutinados, chefiado pelo geral Ansumane Mané dorrubou Presidente e governo saido da 1ª eleições democratica da GB. com a complicidade de Portugal, tendo este apoios os rebeldes equimanentos de comunicação.
Nesta altura Portugal e nem a dita comunidade internacional lembrou da legalidade democratica.
Nao consego entender anbiguidade da comunidade internacional que recusou apoiar o povo da GB, e hoje quer falar com este povo!.
O quê que eles irão fazer na GB?
O povo da Gb, é resistente e lutadar não precisa de ipocracia.
É, bom que Portugal saiba fizesse parte desta maldita missão.
O que parece eles estãrão cá para justificar dinheiro, por já estamos no fim do ano. esta missão não passa de uma expendição nas florestas da GB.
Eu pergunto sará a comunidade internacional que vai resolver crise na GB? a GB não tens Homens?
Senhor Bam Ki Moon, disse no seu ultimo relatorio a Gb, esta em condiçoes de realizar eleições, este é povo da GB?
Senhor Bam Ki Moon, desde 1 de abril nunca pediste apoios para GB. é você mesmo que recusou ajuda ao povo da GB.
Quero perguntar ao senhor Bam Ki Moon o seguinte, estas sempre a cusar a GB, trafico de drogas, será que o o senhor não sabe donde vem drogas? se não save, eu ti conto é nas americas.

Muito tenha um feliz natal e ano no propero.

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