segunda-feira, 24 novembro, 2014. 20:04 UTC

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Promotores de campanha apelam ao fim do uso de minas anti-pessoais

Reunidos em Genebra para avaliar os primeiros 15 anos do Tratado de Proibição de Minas os sensibilizadores queixam-se da redução dos apoios aos programas de assistência as vítimas

Especialista de minas no Cambodja em trabalho de desminagem
Especialista de minas no Cambodja em trabalho de desminagem

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Lisa Schlein
Na abertura dos trabalhos de revisão do Tratado de Proibição de Minas de 1997, os sensibilizadores e sobreviventes apelaram para o fim do uso de minas terrestres.

Segundo a jornalista da VOA em Genebra, mais de 100 governos devem tomar parte no encontro que analisa os progressos na suspensão de produção de minas, destruição e desminagens após a guerra.
 
Os promotores da campanha a favor de um mundo livre minas, realçaram que 15 anos após o Tratado de Proibição de Minas Terrestres em Ottawa no Canada em 1997, cento e sessenta países ou seja mais de 80 por cento dos países do mundo juntaram-se ao tratado.

Os mesmos afirmam que um mundo livre de minas está para breve, e estão a apelar aos governos a engajarem-se na erradicação das minas terrestres nos próximos anos, e não em décadas. Eles alegam que chegou a hora para concluir a acção e assegurar que as minas terrestres jamais sejam responsáveis por mutilações ou perdas de vidas.

Um recente relatório sobre as minas terrestres destaca a redução dramática de casos de ocorrências desde que o tratado foi adoptado. Mas o presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha – CICR – Peter Maurer diz ainda assim que os níveis de sinistrados são inaceitavelmente altos, particularmente com as 4 mil vítimas de minas terrestres no ano passado.

“Estamos preocupados acerca da aparente falta de acção de urgência no que toca ao número de Estados em cumprir as suas obrigações. Vários países e partes ficaram aquém dos seus planos. Muitas comunidades afectadas por minas continuam a sofrer do atraso das medidas o que coloca a vida dos seus membros em risco e impede o acesso as terras agrícolas.”

Os sensibilizadores realçam que 19 países declararam os seus territórios como sendo livres de minas e mais 4 outros, a República do Congo, Dinamarca, Jordânia e Uganda, deverão anunciar a obtenção desse objectivo ao longo da assembleia desta semana. Segundo ainda os promotores da campanha mais de 46 milhões de minas recuperadas nas limpezas foram destruídos durante a vigência do tratado.

A preocupação agora tem sido a redução de apoios financeiros aos programas de assistência as vítimas. O organismo de supervisão diz que este ano perdeu-se 30 por cento das contribuições de ajuda aos sobreviventes de minas.

Uma outra preocupação tem sido o aumento do uso de minas antipessoais na Síria este ano. O governo sírio é descrito como o único no mundo a usar as minas terrestres. No ano passado faziam parte da lista, Israel, Líbia, Birmânia e Síria.

A conferência desta semana em Genebra vai também debater os problemas relativos ao uso de minas por grupos armados, no Afeganistão, Colômbia, Birmânia, Paquistão, Tailândia e Iémen.
O forúm foi encerrado
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Comentários
     
por: Anónimo
04.12.2012 23:43
PERGUNTEM A AMERICA Q FABRICA AS MINAS SE JA ASSINOU OS PAPAEIS PARA DAR TERMINO DESTAS ARMAS Q PROVOCAM A MORTE LENTA ? E PERGUNTEM SE NA AMERICA TEM TERRAS MINADAS COMO EM ANGOLA,PERGUTEM A CHINA , E PAISES EUROPEUS ? ELES FABRICAM AS MINAS COM 2 OBJECTIVOS : PROVOCAR E REDUZIR OS POBRES E ACUMULAR RIQUEZAS.

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