segunda-feira, 26 janeiro, 2015. 10:24 UTC

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Professores apelam a manisfestação Sábado no Lubango

Docentes exigem do governo melhorias salariais e de condições de trabalho

Sala de aulas em Lubango, cidade da Huíla
Sala de aulas em Lubango, cidade da Huíla

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Teodoro Albano
Professores do ensino geral na provincia da Huíla, voltam a manifestar-se neste Sábado nas ruas da cidade do Lubango para protestar contra aquilo que chamam de injustiças da entidade empregadora.

Em causa está o pagamento dos subsídios de atavio, transporte, alimentação e docência. A estes juntam-se os subsídios de dedicação exclusiva e de exposição indirecta aos agentes biológicos e químicos. Todos aprovados em decreto conjunto do executivo nº 12 de 8 de Março de 1996.

Na base da manifestação estará também algumas dívidas do executivo que incluem colaborações de 2001 a 2010, abono familiar, subsídios de exames para algumas escolas e de direcção e chefia.

Os professores agastados com a ausência de resposta positiva do executivo, socorrem-se dos meios legais disponíveis para virem satisfeitas as suas reivindicações.

O professor Paulo Jamba apela a organização dos colegas e critica a desvalorização do governo para com os docentes.

“Nós devemos nos mostrar organizados porque para as pessoas terem noção de conhecimento noção de conceito saber ler e escrever nós é que lhes fizemos iniciar. Mesmo em democracia nós é que temos que ensinar novamente esses indivíduos porque o ensino gera desenvolvimento”.

A marcha de sábado deve ser a segunda no espaço de um mês. O secretário do sindicato de professores no Lubango, Osvaldo Congo, não descarta a hipótese de se avançar caso não haja sinais positivos para uma greve-geral. Em marcha está a elaboração de um caderno reivindicativo.

“A partir de segunda-feira trabalha-se o caderno reivindicativo e a mobilização para que dia 2 realiza-se a primeira manifestação do mês de Março."

A actualização de categoria dos professores em tempo oportuno e o não pagamento dos subsídios de férias tão logo se inicia a licença disciplinar são outras das reivindicações dos docentes na Huíla.
O forúm foi encerrado
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