sábado, 01 novembro, 2014. 10:15 UTC

Notícias / Angola

Empresa de construção civil no Kuanza Sul pode ser processada judicialmente por incumprimento de prazos.

A ACOR Lda é uma empresa do ramo de construção vocacionada ao serviço de estradas.

Aspecto da cidade do Sumbe
Aspecto da cidade do Sumbe
Fernando Caetano
A ACOR Lda é uma empresa do ramo de construção vocacionada ao serviço de estradas. É esta empresa que o governo cessante de Serafim do Prado contratou para a execução das obras da estrada que liga a localidade do Cruzamento a sede do município de Cassongue.

Um troço de apenas 27 quilómetros e que já dura há mais de três anos e com 50 por cento do valor orçamentado já pago. Por motivos totalmente desconhecidos a empresa ACOR Lda, arrumou todo material e consequentemente paralisou com os trabalhos para insatisfação da população de Cassogue.

No seu périplo aos municípios, o governador inteirou-se da paralisação das obras da estrada. Eusébio Teixeira ficou furioso e promete desde já informar e ser informado pelo Ministério das Obras Públicas as razões que estiveram na base da paralisação das respectivas obras, ao que entende, caso não haver justificação convincente os responsáveis da empresa em referência vão responder judicialmente uma vez que já se procedeu a execução financeira na ordem de 50 por cento:

«Pensamos nós fazer chegar junto do Ministério, de Sua Excelência, o senhor Ministro das Obras Públicas, no sentido de avaliar o desempenho desta empresa. Ela está parada desde que lhe foi adjudicada a obra».

Depois de percorrer os 27 quilómetros do troço Cruzamento/Cassongue, o governador manteve um encontro com responsáveis encarregues da execução dos trabalhos. No final o governante mostrou-se desapontado com a realidade encontrada, pelo que promete a tomada de medidas drásticas para se inverter a situação, num trabalho que deve ser feito de forma séria e responsável para se ultrapassarem tais assimetrias:

«Trabalhar no sentido de criarmos condições de ultrapassarmos essas assimetrias».

Governador do Kwanza-Sul, Eusébio de Brito Teixeira, mostrando-se desapontado pelo facto da empresa ACOR Limitada ter abandonado as obras de reabilitação do troço Cruzamento a sede do município de Cassongue cuja execução financeira foi paga em 50 por cento pelo governo angolano.
O forúm foi encerrado
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