sábado, 20 setembro, 2014. 22:01 UTC

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Hillary Clinton recebe alta do hospital

Secretária de Estado norte-americana não deixou de estar em contacto com o seu gabinete e telefonou também alguns líderes estrangeiros durante o seu internamento de 3 dias

Hillary Clinton no momento em que abandonava o Hospital Presbiteriano de Nova Iorque onde esteve internada para tratmento de coágulo sanguíneo - 02 Jan 2013
Hillary Clinton no momento em que abandonava o Hospital Presbiteriano de Nova Iorque onde esteve internada para tratmento de coágulo sanguíneo - 02 Jan 2013

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Scott Stearns
A Secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton recebeu alta ontem do hospital.
Ela estava a ser tratada ao coágulo sanguíneo na cabeça.

A alta de Hillary Clinton teve lugar após três dias de internamento no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque, durante a qual ela recebeu anti-coagulantes para dissolver o coágulo sanguíneo localizado no posterior da cabeça e próximo do ouvido direito numa veia entre o cérebro e a caixa craniana.

Os médicos disseram que o coágulo não provocou trombose ou danos neurológicos.
O vice-secretário assistente do Estado Philippe Reines disse que a equipa de médicos que se ocupou de Clinton a “informou de que estava a fazer progressos a todos os níveis, e que estavam confiantes que ela venha a recuperar-se por completo”. Reines diz que Clinton está “ansiosa em regressar ao serviço”. Mesmo antes de receber a alta, Hillary Clinton já estava a trabalhar por meio de telefone.

Um facto confirmado pela porta-voz do Departamento do Estado, Victoria Nuland.

“Ela tem vindo a falar com o seu pessoal, incluindo hoje. Ela tem estado activa através do telefone com todos nós. Mas ela fez também algumas chamadas no Sábado para alguns homólogos estrangeiros.”

A primeira das chamadas de Clinton foi para o enviado especial conjunto das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria, Lakhdar Brahimi a fim de discutir a sua recente visita a Damasco. A segunda foi para o primeiro-ministro do Qatar e ministro dos negócios estrangeiros Sheikh Hamad bin Jassim al-Thanib para debater a Síria, Afeganistão e o apoio financeiro para a Autoridade Palestiniana.

A doença de Hillary Clinton forçou-lhe a adiar a sua auscultação perante o Congresso sobre o ataque do mês de Setembro contra a missão diplomática americana em Benghazi na Líbia, e no qual morreram quatro americanos incluindo o embaixador Christopher Stevens.

Responsáveis do Departamento do Estado disseram que Clinton tem intenções de aparecer perante os comités da Câmara dos Representantes e do Senado encarregues pela investigação do referido ataque, e tudo está a ser preparado para o feito, dependendo do seu estado de saúde e também das disponibilidades do novo Congresso e entrar em funções dentro de dias.
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