terça-feira, 21 maio, 2013. 12:19 UTC

Notícias / Angola

Há falta de infra-estruturas sociais no Kilamba

Escolas não têm vagas e alguns moradores queixam-se da falta de hospital

Onde estão as escolas ?
Onde estão as escolas ?
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Coque Mukuta
Depois do pesadelo que foi a luta para se conseguir uma casa na Kilamba, os novos moradores queixam-se agora da falta de infra-estruturas sociais.




“Não há hospitais e não há absolutamente mais nada a não ser as escolas” clamou uma das novas moradoras da Centralidade do Kilamba em Luanda.

Mas se é verdade que há escolas não são contudo em número suficiente.

Segundo Filomena Santos, moradora do Bloco L, nem mesmo as escolas corresponde a procura actual dos moradores que acorreram a esta cidade. Filomena Santos afirmou que por motivos políticos em 2012, o governo angolano terá dado possibilidade de matrículas aos moradores fora do projecto Kilamba.

Hoje, estando a ser habitado na totalidade os novos moradores estes vêem-se com dificuldades de matricular os seus educando nas três unidades escolares que arrancaram num conjunto de 32 escolas existentes naquela centralidade. “Eu aproveito para  fazer um apelo para que o Ministério da Educação  para que dê respostas as nossas necessidades” disse.

A nossa reportagem constatou o funcionamento de uma creche infantil, escola 16 de Junho no Bloco Q, Sagrada esperança no Bloco F, e uma instituição do ensino Médio em que para todas as solicitações a resposta é: “Não há Vaga”.

Quem aproveito os microfones da Voz da América para apelar as entidades competentes a colocação de mais transportes públicos foi o pequeno Leandro, estudante da sétima classe na escola Sagrada Esperança 2001.

“Falta umas condições como transporte. O táxi aqui cobram duzentos Kwanzas e autocarros aqui só tem três ou dois,” disse.

“O governo tem que fazer alguma coisa para aumentar, no mínimo mais três no máximo cinco” frisou
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: Anónimo
26.02.2013 20:48
Isto já era de prever. Os mesmos erros cometidos no projecto nova vida e outros. Ninguém se preocupa em fazer estudos prévios para se construir de acordo com as várias necessidades. Agora se alguém estiver doente até chegar no hospital Maria Pia, até ser atendido já passou quase pelo inferno. Os nossos governantes conhecem os problemas, mas solucioná-los é um dilema. Coitados de nós que dependemos do hospital público e que não temos outra fonte de rendimento para ir à clínica.

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