segunda-feira, 27 abril, 2015. 17:03 UTC

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Sonangol continua a recusar apoio a família de engenheiro

Funcionário morreu na sede da companha há quase um ano

Engº António Brito, da Sonangol, que morreu em circunstâncias misteriosas, na sede da empresa, em Fevereiro de 2012 (foto cortesia da Família)
Engº António Brito, da Sonangol, que morreu em circunstâncias misteriosas, na sede da empresa, em Fevereiro de 2012 (foto cortesia da Família)
A viúva de um engenheiro que morreu na sede da Sonangol há um ano atrás diz que a companhia petrolífera continua a recusar apoiar a família.




Agora o pretexto é que Carolina Calei não era casada com o Engenheiro António Berlarmino Brito necessitando por isso de um atestado de “união de facto”

Segundo Calei,  nem mesmo o último encontro com representantes da empresa  serviu para alguma coisa, porque segundo a direcção da Sonangol mesmo o apoio para as crianças está condicionado ao reconhecimento de união de facto por não terem sido casados antes da sua morte.

Um pedido de certificado de "união de facto" está emperrado na burocracia juridica de Luanda sem sinais de avanço

Para a viúva o mais complicado nesta altura é que nem a casa que o engenheiro teria pago em vida  no condomínio Cajueiro lhes foi  até agora entregue.

O casal tem vários filhos e Carolina Calei lembrou a Voz da América que isso está a causar grandes dificuldades á família.

Calei lembrou que no próximo dia 22 se assinala o primeiro aniversario da morte do seu companheiro.

Carolina Caeli acusou a Sonangol de para além de ser alegadamente responsável pela sua morte continuar agora a prejudicar a sua família.

O engenheiro foi encontrado morto no seu escritório na sede da companhia.
A procuradoria abriu um processo mas a família diz continuar a não ter acesso ao mesmo.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: Mwangolé de: N'gola kiá Samba
22.02.2013 14:21
Paz a Alma do malogrado. E a família força e coragem para a "batalha" de busca por justiça. Vejo k a pressao tem sido mais no sentido dos benefícios sociais, mas o crime da morte não deve ficar impune, é preciso presionar também neste sentido.
A Sonangol de certeza k tem os dados desta família, uma vez k para beneficiar de assistência médica os beneficiários têm k estar bem identificados, não intendo porque agora essas manobras tristes de diversão com alguém tão vulnerável. Para quem acha k a "gestão" da sonangol é "exemplar"em Angola, melhor acompanhar este caso para constatar k as deficiências são iguais em todas as areas da vida do país.

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