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Bento Bembe: Destruir o Monumento de Simulambuco seria "genocídio" do povo de Cabinda

Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda
Monumento do Tratado de Simulambuco, em Cabinda
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José Manuel
— A governadora de Cabinda Aldina Barros da Lomba estará a enfrentar o primeiro teste politico ao admitir a requalificação do monumento de simbulambuco, há muito regeitada por Luanda por aparentemente minar a unidade nacional, não obstante se ter reconhecido legalmente as especificidade do enclave.




E é na sequencia deste desiderato politico que o forum Cabindes para o dialogo mobilizou centenas de cidadaos, entre politicos e civis para celebrar o aniversário do tratado de simulambuco considerado como o marco historico da identidade dos cabindas como um povo distinto de Angola.

Ao discursar por ocasiao das celebrações António Bento Bembe disse aos presentes que não se pode inventar e deformar a história do tratado e todo aquele que ousar a destrui-lo estaria a cometer um genocidio ao povo de Cabinda.

"Destuir isto seria um crime no âmbito do direito internacional, semelhante ao genocídio de um povo. Por isso mesmo, ninguém ousou destruir este marco histórico", disse o político angolano.

Bento Bembe lembrou ser importante ensinar às novas gerações sobre a origem do território por forma a honrar os signatários do memorial de Simulambuco.

Não obstante os acordos de paz que assinou em 2006 com o governo angolano, o também responsavel governamental para os direitos humanos disse que os ideais do Tratado do Simulambuco não devem ser esquecidos e, independentemente do contexto politico, devem ser preservados.

Com a assinatura do Tratado de Simulambuco, Portugal reconheceu Cabinda como um povo segundo as suas leis e usos, prometendo-lhe auxílio e protecção.
Os príncipes e dmais chefes e seus sucessores declaravam, voluntariamente, reconhecer a soberania de Portugal, colocando sob o protectorado desta nação todos os territórios por eles governados.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: José António de Carvalho de: Cabinda
05.02.2013 14:24
Eu não sei se o amigo Kalunga tem mesmo senso. O amigo sabia que 80% do dinheiro que o executivo utiliza para desenvolver o país sai de Cabinda? E o amigo sabe quantos monumentos foram construídos e requalificados a nível de Angola com o dinheiro de Cabinda? Seja mais responsável amigo. Por outro, se o sr. Bento bembe teve a oportunidade de discursar como dia de assinatura do tratado, que eu saiba, esta data em Cabinda assinala a abertura da comemoração do 4 de Fevereiro. Os angolanos não querem que se continue falar do Tratado de Simulambuco. Para ludibriar a sua os que se alinharam na jogada de Banto Bembe, utiliza-se o local de assinatura do tratado para de dar abertura das comemorações do 4 de Fevereiro. Coisas de JES.


por: Carlos Chinguidi de: Luanda
05.02.2013 14:16
Mais uma vez, Bento Bembe, demonstrou que é um Grande Político, único entre os líderes políticos de Cabinda e muito raro em Angola em geral. Consegue fazer um brilhante discurso político de verdade sem ferir as diversas susceptibilidades de Cabinda ao Cunene. É uma figura não dispensável para Cabinda e Angola. Força ai ... para o bem de todos os angolanos. Viva o visionário Homem angolano de Paz!


por: Miranda de: USA
04.02.2013 16:14
Este jornal deve desaparecer dos USA, pois é contra a liberdade da imprensa. Puramente um jornal dos Angolanos contra as realidades Angolana, criado pelos grupos da UNITA e opositores do Presidente JEDSantos. Nos Estados Unidos não se aceita este instrumento da politica. Nos somos o espelho da democracia e direitos humanos. Neste vosso jornal, apenas se ve comentarios contra o Presidente Angolano, pois isto é estranho. Viva EUA e Democracia!...


por: ntota de: turquia
02.02.2013 23:18
Gostei do seu discurso Antonio Bento Bembe, espero que continues a ter mais visao das coisas ate no momento certo. forca ai e lhes mostra que tens amor a tua terra.


por: Anónimo
02.02.2013 12:53
isto e verdade , cabinda desde os primordiais do trespassado colonial foi considerado algo muito longe de angola , quem nao se lembra ate os conjuntos musicais CABINDA RITMO E SUPER COBA , nunca se expressaram em suas cancoes em portugues , os trajos de cabindenses eram como se diz " GENTE DO CONGO " hoje o petroleo de cabinda tornou o MPLA colonizador com a cumplicidade de portugueses racistas q agitam essa uniao intencional.


por: Kalunga Kampunda Mukulu de: Benguela
02.02.2013 08:03
Pais da confusão! Com tanto lugar importante e prioritário para aplicar as verbas, querem mexer no Simulambuco porque e para que?

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