quarta-feira, 30 julho, 2014. 19:13 UTC

Notícias / Angola

UNITA em confronto com a polícia de Benguela

UNITA em Benguela acusa polícia nacional de preparar detenções arbitrárias e assassínio dos seus militantes. A polícia desmente e diz que procura, apenas, pessoas responsáveis por ataques aos seus agentes.

Manifestação da UNITA em Benguela (foto de arquivo)
Manifestação da UNITA em Benguela (foto de arquivo)

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António Capalandanda
— A UNITA em Benguela acusa a polícia nacional de preparar detenções arbitrárias e assassínio dos seus militantes. A polícia desmente e diz que procura, apenas, pessoas responsáveis por ataques aos seus agentes.

Simão Bongue, um destacado membro da juventude da UNITA – JURA – disse à Voz da América que, no dia 31 de Dezembro, por volta das 23 horas, cinco agentes da polícia foram até à sua residência, comuna do Monte Belo, sem nenhum mandado de captura e tentaram raptá-lo.

Os seus companheiro aperceberam-se da ocorrência, foram em sua, e fizeram refém os agentes da polícia. Bongue disse pegou, depois, num bidon de gasolina e despejou o combustível aos polícias para queima-los, mas foi aconselhado pelos seus parceiros a não proceder daquela forma.

“Raptamos os cinco agentes e depois fugiram três. Levamos os outros dois para a unidade policial do Monte Belo”

Dia 10 de Dezembro, as casas de António Manuel, Simão Bongue e Manuel Eduardo, destacados membros da JURA, foram invadidas por mais de 10 agentes, fortemente armados, mas os donos já haviam recebido informações de uma eventual busca e meteram-se em fuga antes de a polícia chegar às suas residências.

A operação policial era chefiada pelo comandante municipal superintendente Sebastião Pedro Boa. Simão Bongue, conta ainda que com armas apontadas à cabeça por dois agentes, a sua esposa foi obrigada a fornecer aos polícias uma fotografia do casal.

Depois, os agentes dirigiram-se a casa de Eduardo e mais tarde à residência António, tendo forçado também as suas esposas a facultarem fotografias dos seus maridos. António teme pela sua segurança.

“Podemos sofrer consequência de morte” disse o político alegando que “a captura de noite é para matar, segundo a nossa fonte de informação alem desses agentes da polícia, tem mais dois que vieram do Bocoio e dois que vieram de Benguela a procura dos homens da JURA.”

Um alto funcionário da polícia contactada pela VOA, disse a polícia não persegue nenhum político, mas trabalha na prevenção criminal e os elementos em causa estão a ser procurados por lançarem gasolina a polícia.

Mas Júlio Kanambi, secretario provincial adjunto da UNITA em Benguela, acusa a polícia de estar ser usada por alguns administradores locais para intimidar políticos na oposição.

Referiu que no dia 28 de Dezembro, na Ganda, os agentes da polícia Américo, Kossende e Domingos pertencente a corporação do comandante Caju, na comuna da Ebanga, queimaram o jango da UNITA.

“No dia 27 de Dezembro na mesma área, o Domingos Kambali e Venâncio Quintas, todos jovens da JURA, foram acusados de como se estivessem a preparar ataques ao corpo policial, foram depois torturados e presos para no fim dizerem que não havia nenhuma culpa, mas mesmo para saírem cada teve que pagar cinco mil kwanzas.”
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: lunga lia noko de: quintal do ze dos diabo
20.01.2013 10:32
Meus sr. niguem e obrigado meter algo no seu organismo que faz mal voces querem que todo mundo em angola seja do menos pao luz e agua (mpla) ou seja movimento para liquidar angolanos (mpla) deixe-nos fazer a nossa parte, voces sao usado nestes santomeses para matarem os vossos irmao? amanha sera tarde andam com armas por cima do carro eles nos jeep nao acha que esta a serem usados? levantem as vossas cabecas quem diz nao a corrupcao nao e criminosos.


por: eduardo andrade de: sao paulo/brasil
19.01.2013 14:19
Angola so vai ser um país livre e democrático quando de fato esse governo atual e toda sua patota de ladroes deixar o poder,me refiro a Jose Eduardo e seus colaboradores da base de sustentação.
Tem que nascer um movimento civil armado liderado por pessoas que reaumente possa transformar o país de Angola.
Um país livre, democrático,social,com os tres poderes compromissado com justiça social,executivo,parlamentar e judiciário,esse modelo que hoje nos virmos,beneficia os ricos e corruptos,levando a maioria da população em estado de misseria e sem voz.
Mas também nada adiantará um movimento popular liderado por alguém que depois possa fazer pior que o atual sistema politico existente em Angola.
Desejo uma angola livre e democrática para todos.
No pain no gain.


por: Angolano de: EUA
15.01.2013 19:04
Senhor comentarista Eduardo. Pense um pouco. Olhe nao é o MPLA que quer estar no poder porque quem votou para que ele esteja no poder, foi o povo! Quer que eu te explico isto no kinbundo ou humbundo? Comece a trabalhar para o teu Pais e nao chore mais e tenha paciencia, o povo nao permitirá que o teu partido conduza ANGOLA...


por: Israel Davoca de: Bié
15.01.2013 16:03
Os dirigentes do MPLA, pensam que, só eles é que sao espertos.
O tempo dirá.


por: Israel Davoca de: Bié
15.01.2013 15:57
Os dirigentes do MPLA querem tornar Angola como uma Síria


por: Katerça Katukula de: Huambo
15.01.2013 09:03
Mais uma vez isto mostra claro que as nossas autoridades policiais não existem para servir o povo mais sim a Chefia.Intolerancia política é o que o povo pode perceber, esquecendo que todos nós somos iguais seja qual fôr a cor da nossa bandeira


por: geoge de: canbambe
15.01.2013 01:03
Tudo sacrificados isso para que e porque? depois quando se prepara um grupo e comeca a guerra, que diram estes enegumenos do MPLA? O pais petence a todos os cidadaos e tem mais vejam os estrangeiros é mandam. LOSE EDUARDO DOS SANTOS é saotomense. E os angolanos de suchi é q estao aser


por: Eduardo Vissimilo de: Angola-Benguela
14.01.2013 18:45
O MPLA quer fazer de tudo para parar com os partidos políticos legalmente constituidos, querem permanecer no poder até quando Jesus Cristo vier, dizem alguns dirigentes do Balombo um dos municípios de Benguela. Falar da UNITA, FNLA, PRS e CASA-CE para o MPLA é falar de inimigos, nós não somos inimigos de ninguém, só temos diferença de escolha, se não somo católicos nem protestantes pelo menos nos aceitam a ser do Reino de Deus. Em Angola não tem ainda um regime de escolha livre. É triste hoje saber que a polícia em vez de proteger está mais ao lado do MPLA, é mesmo lamentável!

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