sexta-feira, 19 setembro, 2014. 19:51 UTC

Notícias / Angola

Congoleses pretendiam atacar R. D. do Congo a partir de Cabinda

Autoridades prenderam nove pessoas que já tinham recrutado muitos exilados para a operação

DRC M23
DRC M23
José Manuel
Oito antigos militares do regime do falecido presidente Mobutu Sese Seko do ex-Zaire, actual República Democrática do Congo (RDC)  e um ex-militar da FLEC, foram detidos pelas forças de defesa e segurança angolanas em Cabinda, território a partir do qual pretendiam desenvolver acções armadas para desestabilizar aquele país vizinho.


Os nove militares detidos, e já a contas com a justiça, pretendiam a partir do enclave angolano de Cabinda, promover acções de guerra para afastar do poder o actual presidente da RDC, Laurent Kabila e o seu regime, que se debate com uma rebelião armada na região do Kivu-Norte.

Fontes não oficiais disseram à Voz da América que os militares do então exército de Mobutu, entre os quais um francês e um  Belga de origem congolesa, realizaram encontros preparatórios em Cabinda para a concertação e avaliação das possíveis formas de invasão.

A partir do território de Cabinda foi recrutado um número considerável de ex-militares das forças do ex-Zaire para a invasão que se pretendia desencadear naquele país a partir do baixo Congo.

Desde a queda do regime do Marechal Mobutu, milhares de cidadãos congoleses entre civis e ex-militares refugiaram-se em Angola, tendo alguns deles estabelecido residência na província de Cabinda onde muitos vivem em situação de ilegalidade.

Não obstante as constantes operações de repatriamento de imigrantes oriundos daquele pais vizinho, dezenas de congoleses entram diariamente em Cabinda porc diferentes vias, em busca de melhores condições de vida.

Em meados de 2012, a polícia de investigação criminal manifestou-se preocupada com o constante envolvimento de congoleses em acções criminais.

Na principal unidade prisional de Cabinda, mais de metade dos reclusos são de origem congolesa, da RDC, alguns dos quais condenados por crimes de assalto à mão armada, furto e tráfico de drogas.

O comandante da policia nacional em Cabinda, Eusébio de Almeida e Costa, disse que o Ministério do Interior vai reforçar o controlo das fronteiras e intensificar o combate aàimigração ilegal e a inviolabilidade das fronteiras.

Entretanto as autoridades angolanas ainda não confirmaram nem desmentiram a informação. Tentamos, sem sucesso, ouvir os responsáveis da polícia.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: geoge de: luanda
15.01.2013 08:10
Le ditateur au Congo-Kinshasa est un imposteur, o mesmo se passa em Angola esse JES, nao passa dum impostor de igual modo, saotomense.


por: Anónimo
14.01.2013 12:56
e finalmente quando os angolanos pensarao c onstruir uma africa unida ? os angolanos foram bem domesticados pelos portugueses e ficaram com alarido de caes , falam como tambores vazios , eles pensam q as ideias coloniais ainda servirao -lhes alguma coisa , os angolanos sao ingrantos , ontem os congoleses lhes deram a mao , receberam os angolanos no s/ pais hoje os portugueses lhes fizeram engolir a capsula da burrice , tornaram arrogantes , o A Neto , jes , e todos passaram no Congo , E FORAM BEM TRATADOS , porq as autoridades de angola hoje so acusam os congolenses , e DEIZXAM OS CHINESES Q COMETEM A DESGRACA DE ANGOLA , E NINGUEM ABRE O BICO , OS CABO VERDIANOS , BRAZUKAS , GUINENESES TODAS ESSAS nacionalidades teem ilegais mas so os congoleses e sao apontados porq ? QUE ODIOE ESSE ?


por: Luvualo Mamona de: Luanda
14.01.2013 06:58
Angola é vizinho e amigo da RDC, mas o tratamento oferecido aos Congoleses que abandonam a RDC por causa da guerra e demais dificuldades de vida, deixa muito a desejar; absurdo! Afinal pergunta-se onde está a política de boa viizinhança?! Esse comportamento visa apenas colocar uma mancha nas boas relações entre os povos de Cabinda e os vizinhos congoleses, o que poderá trazer consequências futuras, quando aqueles vizinhos fizerem boa análise do caso, e depois de se recordarem dos velhos laços de familiaridade entre eles e os Cabindas. . .


por: DIKESA de: suiça
10.01.2013 21:17
Cet élement est-il recent ou il date de plusieurs années. Quand le journaliste dit: combater o actual presidente LAURENT KABILA qui est déjà mort il y a maintenant 12 ans, pour finir cette infomation nous apparait infondée, car le président actuel au RDC est un imposteur. Fin de situation.

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