terça-feira, 28 julho, 2015. 21:45 UTC

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UNITA da Huíla prepara-se para eleições autárquicas

"O Comité Provincial (...) espera que, de agora em diante, as eleições se realizem não mais nas datas convenientes, mas naquelas constitucionalmente previstas”.

Amélia Judith, secretária provincial da UNITA na Huíla (VOA/Teodoro Albano)
Amélia Judith, secretária provincial da UNITA na Huíla (VOA/Teodoro Albano)

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Teodoro Albano
A UNITA na Huíla vai criar um grupo de trabalho com vista a realização de um estudo explorativo dos processos autárquicos.
 
Esta é uma das conclusões saídas da nona reunião ordinária do partido que aprovou ainda o programa de acção para 2013 e avaliou o desempenho da formação política em 2012 ano marcado pela realização de eleições gerais.
 
A reunião saudou o início no país da normalidade constitucional com as eleições de 31 de Agosto que elegeu pela primeira vez ao fim de 37 anos um presidente da república;
 
“O Comité Provincial notou que, pela primeira vez em 37 anos de independência, o país tem agora um presidente da república atípico eleito nos termos da constituição atípica em vigor no país. O Comité Provincial considera, deste modo, que o país iniciou um ciclo de normalidade constitucional esperando que, de agora em diante, as eleições se realizem não mais nas datas convenientes mas naquelas constitucionalmente previstas”, lê-se num comunicado.
 
O encontro "constatou com preocupação, a degradação socioeconómica das populações verificadas pela dificuldade de acesso a água e luz, fragilidade nos sistemas de saúde e educação, elevados índices de corrupção e tomada de assalto do mercado local pelos cidadãos estrangeiros particularmente chineses e vietnamitas".
 
A secretária provincial da UNITA, Amélia Judith, perante o que descreve como quadro sombrio, apela ao trabalho para a mudança;
 
“Com este quadro sombrio devemos trabalhar a partir de agora com os quadros e com todos os huilanos para preparar a vitória inequívoca do nosso partido nas próximas batalhas eleitorais e por essa via trazer para Angola a mudança que há muito se espera”, disse Judith.
 
A não eleição de um deputado sequer pelo círculo local apesar do aumento percentual de votos nas eleições 2012, comparativamente a 2008, é tida como o maior fracasso da UNITA no ano que se apressa a terminar, contrariamente ao MPLA que conseguiu ver eleitos os seus cinco candidatos à casa das leis.
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