sábado, 23 maio, 2015. 04:13 UTC

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Angola: Sindicalista acusa petrolífera de discriminação

Chevron também acusada de dificultar actividade sindical

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José Manuel

Sindicalista acusa Chevron

O Secretário-geral do Sindicato Independente da Cabinda Gulf Oil Company acusou a multinacional americana Chevron, concessionária do Campo petrolífero de Cabinda, de dificultar a actividade sindical na indústria petrolífera de Cabinda e de continuar aplicar uma política salarial discriminatória aos trabalhadores angolanos.

Ambrósio  Almeida considerou tal comportamento de uma violação à dignidade laboral e de violar sistematicamente os direitos e liberdades dos trabalhadores.

A Chevron e outras companhias ao serviço da indústria petrolífera continuam a dificultar a instalação de sindicatos no campo do Malongo. Disse Ambrósio  Almeida que acrescentou que  os sindicatos não funcionam no campo petrolífero.

Almeida disse esperar que o estado tome a mão fiscalizadora da lei por forma a permitir maior respeito e defesa dos direitos dos trabalhadores.

As diferenças salariais no campo petrolífero de Cabinda têm entretanto aumentado o clima de insatisfação no seio dos trabalhadores.

Esta situação tem ameaçado a paralisação da actividade petrolífera em Cabinda. A esse respeito, Ambrósio Almeida pediu para que ministério dos petróleos a encontrar uma plataforma de entendimento no cumprimento das directivas que estabelecem o  qualificador de funções e remunerações na industria petrolífera angolana.

Ambrósio de Almeida defendeu não ser normal que num estado democrático e de Direito como Angola se permita o que chamou de banalização dos trabalhadores e a violação de princípio elementares consagrados no regime laboral angolano.

O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: joaquin tukondjeni amelao
28.07.2012 11:11
os negocios devem ser bem sussedidos..


por: Diasuama
13.07.2012 10:32
Nao sabemos oque eles querem para com o povo sera que eles querem que trabalhamos 100 salario?


por: FLEC VERDADEIRO
12.07.2012 06:18
Quem fala muito pouco acerta se as coisas nao melhorarem dentro de 6 meses destruiremos isso para sempre,sera melhor resolverem a questao salarial doque remendarem o que se vai destruir e mesmo assim depois teram que melhorar.


por: Anonimo
10.07.2012 11:31
Eles sabem que podemos parar ha qualquer altura. Demontramos isso em 2005. Neste mesmo ano, quando paramos pareciam que as coisas estavam ok e quanda eram 18 horas do dia 7 de Julho as coisas foram a baixo. Por isso, podemos parar ha qualquer momento sem aviso previo. Eles sabem. MAis uma vez o MPLA nao vai apanhar nada nas eleicoes aqui no Malongo. Depois nao dizem que nao avisamos. Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


por: NGIMBI KHONDO
09.07.2012 13:47
O sr Ambrio erou, Angola nao e um pais democratico, nem de direito onde vive a violacao de todos tipos de direito .Entoa o MPLA deve sair no poder , talvez angola sera um estado de direito.

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