sexta-feira, 29 maio, 2015. 16:06 UTC

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UNITA redefine estratégia eleitoral para as autárquicas

O programa foi desenhado durante uma reunião ordinária do Comité Provincial da UNITA no Huambo.

A UNITA redefiniu a sua estratégia eleitoral para as eleições autárquicas no Huambo. As eleições estão previstas para 2015.

O programa foi desenhado durante uma reunião ordinária do Comité Provincial da UNITA no Huambo.

Liberty Chiyaka, secretário provincial, disse durante a sessão de abertura do encontro, que em função dos resultados eleitorais de 2012, o seu partido precisa de se reorganizar para vencer as próximas eleições.

“Nesta reunião vamos redefinir o nosso objectivo imediato. O objectivo imediato da UNITA é restruturar o partido, capacitá-lo, potenciá-lo para disputar e vencer as eleições autárquicas.”

Os participantes recomendaram a aprovação do programa de acção do partido para o primeiro trimestre de 2013.

“Todos os dias a UNITA deve marcar a agenda política nacional de forma determinante. A UNITA tem de ser um factor incontornável da agenda política nacional”,  disse o político acrescentando que “a nossa missão para os próximos seis meses é fiscalizar de forma competente e permanente as actividades do governo provincial”.

Denunciaram a incapacidade que tem sido demonstrada pelo governo provincial de resolver os problemas mais básicos das populações como o fornecimento de água e energia eléctrica, assim como a disponibilização de sementes e fertilizantes aos camponeses, conforme explica Emanuel Malaquias, secretário provincial para comunicação e marketing:

“A denúncia da insensibilidade do regime do MPLA em relação ao sofrimento dos angolanos e a manifesta incapacidade do executivo liderado por José Eduardo dos Santos para combater a corrupção, a exclusão, a descriminação e as gritantes desigualdades sociais e regionais”.

O encontro, que juntou 180 membros efectivos, apelou à promoção do diálogo com MPLA, ao aprofundamento do processo de reconciliação nacional e denunciou as perseguições movidas contra as populações das zonas que votaram maioritariamente na UNITA.
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