segunda-feira, 08 fevereiro, 2016. 23:07 UTC

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    Familiares do Engº Brito da Sonangol continuam cépticos após encontro

    Segundo José Brito, que esteve presente na reunião, o debate esteve virado em torno dos direitos das três filhas do malogrado, mas lamentou a falta de planificação dos próximos encontros

    Engº António Brito, da Sonangol, que morreu em circunstâncias misteriosas, na sede da empresa, em Fevereiro de 2012 (foto cortesia da Família)
    Engº António Brito, da Sonangol, que morreu em circunstâncias misteriosas, na sede da empresa, em Fevereiro de 2012 (foto cortesia da Família)
    Coque Mukuta
    O encontro que tinha sido adiado na semana passada entre a família do engenheiro António Belarmino Brito, até então funcionário superior da Sonangol, que foi encontrado morto, a 22 de Fevereiro de 2012, no edifício sede da referida empresa, realizou-se segunda-feira.

    José Brito, irmão mais novo do engenheiro António Belarmino Brito, que tinha sido encontrado morto no edifício da Sonangol, confirmou à Voz da América a realização do encontro entre os parentes do malogrado e a Direcção dos Recursos Humanos da companhia Sonangol, onze meses depois.

    Segundo José Brito, que esteve presente na reunião, o debate esteve virado em torno dos direitos das três filhas do malogrado, mas lamentou a falta de planificação dos próximos encontros já que caberá ao Presidente do Conselho da Administração da empresa decidir sobre o referido assunto:

    “Não temos meta neste encontro. Não foi traçada nada. Eles se comprometeram em informar ao senhor, camarada, Administrador e consecutivamente ao Presidente do Conselho da Administração da empresa”, frisou.

    “Uma das soluções já dada, foi eles apresentarem-nos a correcção dos salários que já não caia completo, após seis meses devia cair 50% que já viam subtraído. Eles corrigiram e pediram desculpas” disse.

    José Brito reconhece ter sido valioso o primeiro encontro, passados onze meses, mas afirma persistirem as dúvidas em relação à seriedade da empresa em relação ao cumprimento das suas obrigações:

    “Passados onze meses nós já não confiamos nessa empresa, não nos parece ser muito séria, uma vez que após a nossa chegada eles disseram que já tínhamos recebido ajuda, e isso não corresponde à verdade”.

    Segundo Carolina Calei, viúva do engenheiro António Belarmino Brito, continuam à espera de que a Procuradoria-Geral da República reveja o processo 164/12-02, que já foi remetido em Agosto último ao expediente da PGR.

    Entretanto, continua em silêncio a Direcção de Comunicação e Imagem da Sonangol, dirigido pelo João Rosa Santos.
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