quinta-feira, 24 abril, 2014. 11:52 UTC

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Sector de Saúde no Namibe reforça capacidade técnica e humana

Josefa Cangombe anunciou igualmente reformas no sector, que visem responsabilizar os técnicos de saúde para um atendimento humanizado em todas unidades hospitalares da província.

Dra Josefa Rebeca Cangombe
Dra Josefa Rebeca Cangombe
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Armando Chicoca
A Directora Provincial de Saúde Pública, Josefa Rebeca Cangombe, que revelou a informação à Voz de América, anunciou igualmente reformas no sector, que visem responsabilizar os técnicos de saúde para um atendimento humanizado em todas unidades hospitalares da província.

“O sector de Saúde trabalha com escala de serviço, as escalas são fixadas logo no princípio do mês e todos os técnicos tomam conhecimento do seu dia de trabalho. Portanto, na quadra festiva, nós temos obrigações a cumprir e cada um vai naturalmente cumprir com a sua parte, no dia de Natal e na passagem de ano”, revelou a responsável do sector de saúde, Rebeca Cangombe

“De qualquer forma, nós vamos reforçar estas equipas, vamos ter o cuidado de termos os bancos de urgência preparados para atender qualquer eventualidade que acontecer nestes dias”, reforçou, Josefa Cangombe.

Aquela responsável do sector de Saúde na província disse que de um tempo a esta parte houve pessoas que na ânsia de procura de emprego integraram os quadros do sector de Saúde, mas sem vocação, um trabalho impõe-se para estas pessoas escolherem a opção certa, porque segundo Rebeca Cangombe o sector de Saúde tem a ver com as vidas humanas, portanto, é mais do que a simples procura de emprego.

“Realmente, ainda há muito que fazer no aspecto da humanização, ainda temos recebido muitas queixas, também pelo estudo que fizemos, chegamos à conclusão de que determinadas pessoas vêem parar ao sector da Saúde, não por vocação, mas para encontrar o primeiro emprego”, esclareceu a directora de Saúde.

“Se as pessoas não têm vocação, não têm dedicação, dificilmente conseguem dar a atenção que um paciente merece. Sabe que o doente já é uma pessoa frágil, é uma pessoa sensível e se não encontrar o carinho e a boa vontade no atendimento, acaba por adoecer ainda mais. Temos estado a envidar esforços no sentido de inverter este quadro, também temos estado a seleccionar o pessoal para a primeira linha de acção”, referiu.

A reportagem da Voz de América foi a algumas unidades hospitalares locais, ouvindo os pacientes internados.

A voz de Josefa Rebeca Cangombe, já se faz respeitar, segundo os pacientes, há muita diferença entre o atendimento no passado e agora. Hoje, os enfermeiros e médicos, atendem bem e quando isso acontece, nós, beneficiários, ficamos satisfeitos, reagiu, Francisco Máquina, doente proveniente do Município da Bibala.

“Os enfermeiros e o corpo médico, comparativamente ao tempo passado, já fazem o atendimento humanizado” reagiu Joaquina Kalepete, uma das pacientes internadas no Hospital Materno Infantil, proveniente do Município do Camucuio.
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