sexta-feira, 31 outubro, 2014. 14:11 UTC

Notícias / Angola

Cresce a onda de solidariedade aos activistas desaparecidos Kamulingue e Cassule

Isaías Samakuva visitou os parentes dos dois activistas e juntou-se também à campanha Natal Solidário, realizada por jornalistas e membros da sociedade civil.

Kamulingue e Cassule
Kamulingue e Cassule
Coque Mukuta
Após os últimos apelos da mãe de Alves Kamulingue, Noémia da Silva, divulgados pela Voz da América, Isaías Samakuva presidente da UNITA, visitou na quarta-feira última os parentes dos dois activistas e juntou-se também à onda de solidariedade, uma campanha denominado Natal Solidário, realizada pelos jornalistas e membros da sociedade civil. Outra acção será a manifestação dos jovens revolucionários a ser realizada no dia 22 deste mês na capital angolana para exigirem o aparecimento dos activistas.

Fomos assim recebidos pela mãe de Isaías Cassule, Madalena Diogo Massoxi, que procura pelo seu filho há quase sete meses desaparecido quando tentava organizar, juntamente com Alves Kamulingue, uma manifestação no dia 27 de Maio. A sociedade luandense vai-se mobilizando em solidariedade as famílias dos dois jovens.

O primeiro foi Isaías Samakuva, presidente da UNITA, que visitou na quarta-feira última os parentes dos dois activistas. Elisa Rodrigues, esposa de Alves Kamolingue, agradeceu a Isaías Samakuva e disse terem recebido promessas de ajuda por parte de Samakuva: “ele disse que vai nos ajudar a pagar a renda de casa, disse que a partir de agora vai começar a dar apoio” frisou.

Para Joaquim Ribeiro, porta-voz do Grupo de Solidariedade da Sociedade Civil e Jornalistas, que leva acabo a campanha para um Natal solidário prometem fazer tudo para levar tranquilidade às duas famílias “para que possam ter tranquilidade social possam ter os filhos todos na escola e que os irmãos e as viúvas possam ter empregos dignos para suportarem as suas despesas” disse.
Quem também mobiliza esforço são os companheiros dos dois activistas que levam a cabo para o próximo dia 22 de Dezembro uma manifestação para exigirem o esclarecimento de Kamolingue e Cassule.

Nito Alves um dos organizadores explicou à Voz da América as razões da referida marcha “por causa do desaparecimento de dois cidadãos angolanos Alves Kamolingue e de Isaías Cassule” frisou.

Alcides Sakala disse à margem da visita de Samakuva que o seu partido está disposto para apoiar todas iniciativas que visam incentivar e ajudar as famílias dos activistas desaparecidos.

“Nós vamos incentivar todas as iniciativas de forma coordenada porque isto é um problema” frisou Alcides Sakala, porta-voz do Galo Negro, e a onda de solidariedade as famílias dos dois activistas desaparecidos quando tentavam organizar uma manifestação no dia 27 de Maio.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: Mr. Mateus de: Loanda
19.12.2012 11:30
Que se abra uma conta bancaria para contribuirmos para estas duas familias por um lado, e por outra que toda a sociedade se una para exigirmos do ZE das inauguracoes inacabadas, que deixe o cinismo de parte e que abra a boca sobre este caso. Ao contrario, vamos lhe responsabilizar!!!!!


por: Laton do Benfica de: Luanda
18.12.2012 14:27
Puro teatro e aproveitamento político, é isso que os lideres mediocres de Angola fazem, têm mentes meiseraveis e ideias subdesenvolvida e acabam por fazer teatro, brincando com as sensibilidades de quem sofre para tirar proveitos. Deve o samakuva ajudar com bens de 1º necessidade essas familias e outras que o seu regime durante muito tempo ceifou a vida, onde está o Wilson dos Santos? e outros ja pensaram nisso? cambadas de hipocritas e miseraveis.


por: lacey duvalle de: luanda
18.12.2012 11:00
""ter tranquilidade social possam ter os filhos todos na escola e que os irmãos e as viúvas possam ter empregos dignos para suportarem as suas despesas” disse""
Precisamos de exclarecimentos em tornos deste assunto. a VOA diz neste artigo que os irmãos e as viúvas. os activistas estão mortos é possível provar isto, se for assim temos de fazer tudo para encontrar os assassinos, eles devem pagar pelo que fizeram, como o estado e os juízes angolanos não consegue exercer a justiça de forma clara e transparente nós ainda podemos fazer justiça por mão próprias.

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