quarta-feira, 05 agosto, 2015. 10:25 UTC

Notícias / Angola

Baixa de Cassanje continua a viver na penúria

Berço da luta pela independência nacional, carece de reconhecimento moral, social, político, económico e financeiro e mais dignidade aos sobreviventes da luta anti-colonial

Fazenda
Fazenda "Pedras Negras" em Malanje
Agostinho Gayeta
Historiadores consideram a revolta de 4 de Janeiro de 1961, na Baixa de Cassanje, em Malanje, como ponto de partida para Libertação de Angola do jugo colonial.

Os académicos defendem igualmente a intervenção do Executivo angolano para por fim a penúria registada nesta região de Angola.


Um reconhecimento moral, social, político, económico e financeiro e mais dignidade aos sobreviventes das lutas de libertação nacional são necessidades prementes, dizem os nossos entrevistados

Angola celebrou na ultima sexta feira o dia dos Mártires da Repressão Colonial, que ocorreu na região da Baixa de Cassanje, província de Malanje, em 1961.

A propósito da efeméride a Voz da América ouviu os historiadores Venceslau Cassesse e Festo Sapalo. O historiador e docente universitário Venceslau Cassesse considera a data como uma referência histórica, obrigatória quando o assunto diz respeito à luta de libertação nacional.

Para o também professor do Instituto Superior de Ciências de Educação da Província do Huambo, após a revolta dos camponeses dos campos de algodão da Baixa de Cassanje contra os reduzidos preços na compra deste produto pelos fazendeiros e contra os maus tratos e as situações de violações dos seus direitos de cidadãos a que eram submetidos.
O forúm foi encerrado
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