segunda-feira, 21 abril, 2014. 12:24 UTC

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Angola: A oposição minimiza o reforço do OGE e questiona os mecanismos de fiscalização dos actos do governo

O Ministro das Finanças Carlos Alberto Lopes afirma que na proposta de Orçamento para 2013 cinquenta por cento das receitas a arrecadar serão provenientes do sector petrolifero

Assembleia Nacional de Angola
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Arão Ndipa
— A proposta de lei do orçamento geral do Estado para o ano de 2013 foi aprovada esta semana pelo Executivo angolano, durante a reunião do Conselho de Ministros.

Depois deste passo o documento vai ser apreciado na Assembleia Nacional através das comissões da especialidade. O projecto de discussão foi transferido para a primeira quinzena de Janeiro do próximo ano.


Nesta proposta de orçamento estimada em mais de tres triliões de Kwanzas o Executivo angolano reforça o investimento no sector social com uma verba estimada em mais de trinta e tres por cento, e segundo as autoridades esta verba representa um aumento na ordem dos quarenta e nove por cento em relação ao orçamento ainda em execução.

Entretanto, a oposição com assento parlamentar minimiza o reforço anunciado e questiona os mecanismos de fiscalização dos actos do governo durante a implementação das politicas economicas à semelhança dos anos anteriores.

Em declarações à imprensa o Ministro das Finanças Carlos Alberto Lopes afirma que na proposta de Orçamento para 2013 cinquenta por cento das receitas a arrecadar serão provenientes do sector petrolifero.

O líder do grupo parlamentar da UNITA afirma que as propostas de orçamento geral de estado que o executivo angolano apresenta anualmente, têm se revelado inconsequentes e pouco eficazes, cujo impacto não se reflecte na vida das populações.

Para nos falar sobre o assunto, ouvimos Raul Danda, o ministro das finanças, Carlos Alberto Lopes e José Gonçalves, analista de assuntos económicos.
O forúm foi encerrado
Comentário
Comentários
     
por: joao antonio de: lobito
21.12.2012 10:00
e falta de capacidade esperar sempre do petroleo pois o petroleo deveria financiar e fomentar a economia de mercado em angola devidamente regulamentada porque angola ja mostrou no passado grandes capacidades de ter um produto interno bruto capaz de ter excedentes para alimentar as exportacoes tal como o acucar,o cafe,o sal,o milho,o peixe ,os produtos agro pecuarios e outros bens alimentares resultado do trabalho dos angolanos,se agora nao tem capacidade de gerirem os fundos do oge entao fiquem em casa e ao fim do mes recebam os salarios e deixem quem sabe trabalhar e nao roubar trabalhar

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