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Viúva de engenheiro encontrado morto na Sonangol reclama por respostas

  • Coque Mukuta

Sede da Sonangol, Luanda

Sede da Sonangol, Luanda

Carolina Calei diz que as testemunhas estão a desaparecer.

A Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal(DNIAP) de Angola ouviu a viúva do engenheiro da Sonangol Belarmino Brito, encontrado morto na sede da empresa a 22 de Fevereiro de 2012. Antes os investigadores ouviram o irmão.

Três anos depois da morte de Belarmino Brito, não se conhecem as verdadeiras causas da morte do antigo funcionário da Sonangol. Segundo a viúva, Carolina Calei, o processo tem tomado um rumo estranho, uma vez que as testemunhas ditas chaves estão a desaparecer.

“É estranho porque a pessoa que acompanhou o Brito para a clínica, que tem cerca de 40 anos de idade, já foi para a reforma e anda desaparecido. E o médico que o assistiu médico cubano cessou as funções”, denuncia.

Questionada se conhece alguma pista ou se as autoridades da empresa ou policiais avançaram alguma causa da morte do marido, Carolina Calei respondeu “desconfiar, mas não sem certezas”.

A viúva de Belarmino Brito acusa ainda a Sonangol de não apoiar os órfãos do malogrado.

Belarmino Brito, de 42 anos de idade, deixou viúva e três filhos menores.

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