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Universidade brasileira pede intervenção do embaixador brasileiro no caso de activistas detidos

  • Redacção VOA

Domingos da Cruz

Domingos da Cruz

Universidade Federal da Paraíba em "estado de perplexidade" com a detenção de Domingos da Cruz Maninho.

A directora do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba, no Brasil, que tem um acordo de cooperação com a Universidade Lusíada de Angola, manifestou a sua “enorme preocupação” pela detenção do professor e escritos Domingos da Cruz Marinho.

A reacção de Maria Luiza de Alencar Mayer Feitosa está numa carta que enviou ao embaixador do Brasil em Angola,

“Chegou ao nosso conhecimento, através de mensagens enviadas por colegas professores universitários desse país e por notícias da Internet que activistas de direitos humanos estariam sendo presos e acusados de crimes de rebelião e crimes contra o Presidente da República”, escreve Mayer Feitosa, adiantando que “entre os detidos está Domingos da Cruz Maninho, cidadão angolano, mestre pelo nosso PPGCJ-UFPB”.

“A prisão do jornalista e professor Domingos da Cruz Maninho deixou a Universidade Federal da Paraíba em estado de perplexidade”, continua directora que pede ao embaixador que “realize gestões junto às autoridades locais angolanas, no sentido de acompanhar o que se passa e de evitar desdobramentos nocivos à causa dos Direitos Humanos, à liberdade de opinião, à docência e à pesquisa académica”.

O Centro de Ciências Jurídicas possui da Universidade Federal da Paraíba um acordo de cooperação académica e técnico-científica com a Universidade Lusíada de Angola, por intermédio do qual já formou 12 mestres em Direitos Humanos para aquela instituição.

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