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A UNITA na Huíla denunciou violações cometidas pela comissão provincial eleitoral

  • Teodoro Albano

Amélia Judite, secretária provincial da UNITA na Huíla.

Amélia Judite, secretária provincial da UNITA na Huíla.

UNITA na Huíla questiona independência da comissão provincial eleitoral, esta defende-se e diz cumprir com a lei

Segundo o Galo Negro há violações grosseiras que estão a ser pura e simplesmente ignoradas pelo órgão que superintende todo o processo de preparação das eleições.



A instalação do sistema de transmissão dos dados eleitorais nas administrações municipais lideradas por responsáveis ligados ao regime e a falta de publicitação dos cadernos eleitorais põe em causa a independência da CNE refere o maior partido na oposição.

Perante os factos, a secretária provincial da UNITA, Amélia Judite, faz apelos aos eleitores e a CNE.

“Convém que cada eleitor inteire-se cada vez mais como é que o processo está a ser conduzido para que não caiamos em erros. Erros premeditados pelo órgão CNE e para a CNE achamos que é um órgão independente então tem de assumir as suas responsabilidades".

A comissão provincial eleitoral da Huíla não se pronunciou sobre a primeira questão levantada pela UNITA, mas apega-se na lei e garante que a publicitação dos locais de voto está a ser feita.

O porta-voz da CPE na Huíla, Longa Paquete, perante a ausência material dos cadernos eleitorais, fala do recurso a internet e a outros meios de comunicação para que os cidadãos conheçam os locais de votação.

“O artigo 86 quando se refere a divulgação dos cadernos eleitorais dá a possibilidade de o órgão gestor do processo ir exercitando as várias formas para tornar possível a divulgação dos dados e uma dessas formas encontradas é a via da internet a via dos telefones particulares”.

UNITA na Huíla questiona independência da comissão provincial eleitoral, esta defende-se a diz cumprir com a lei.
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