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XI Congresso da UNITA: Samakuva propõe "governo-sombra"

  • Venâncio Rodrigues

XI Congresso da UNITA: Samakuva propõe "governo-sombra"

XI Congresso da UNITA: Samakuva propõe "governo-sombra"

Participam mais de mil delegados incluindo os membros da Comissão Política conotados com o chamado grupo de reflexão

O presidente cessante da UNITA, Isaías Samakuva, abriu hoje, nos aredores de Luanda, o XI congresso do seu partido com apelos à reconciliação interna e à necessidade da criação de um governo de sombra.

Segundo o dirigente do maior partido da oposição, a construção da unidade nacional começa em casa.

“Não faz sentido falarmos da reconciliação nacional se não nos reconciliarmos com os que, no passado, abandonaram a nossa casa, ou seja, a UNITA. Todos seremos poucos para construir a Angola dos nossos sonhos,” afirmou Samakuva.

XI Congresso da UNITA: Samakuva propõe "governo-sombra"

XI Congresso da UNITA: Samakuva propõe "governo-sombra"

No seu discurso, Isaías Samakuva anunciou que um dos temas a ser levado a debate tem a ver a necessidade da criação de uma estrutura que acompanhe, os principais dossiers do país, fiscalize efectivamente a execução do Plano Nacional e elabore políticas alternativas para todos os sectores da vida nacional com vista a apresentar ao eleitorado o programa da UNITA para governar Angola, o que, para ele, significa criar um “governo-sombra”.

No congresso da UNITA, cujos trabalhos terminam na sexta-feira com a eleição de uma nova direcção partidária, participam mais de mil delegados incluindo os membros da Comissão Política conotados com o chamado grupo de reflexão, nomeadamente Abel Chivukuvuku, Paulo Lukamba Gato, Samuel Chiwale, e Carlos Candanda.

Abel Chivukuvuku disse à Voz da América que apenas na sexta-feira deverá falar à imprensa sobre o seu partido e um comentário sobre os trabalhos do congresso. Garantiu também que vai participar dos debates e emitir opiniões sempre que necessário.

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