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UE reage ao "caso dos sírios" na Guiné-Bissau e pede medidas

  • Redacção VOA

Bandeira da União Europeia

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Catherine Ashton diz que este incidente levanta sérias dúvidas sobre a realidade do Estado de direito na Guiné-Bissa-Bissau "e a contade das próprias autoridades a respeitá-lo".

A Alta Representante da União Europeia na Guiné-Bissau manifestou a sua "profunda preocupação com o grave incidente que teve lugar no dia 10 de Dezembro, onde um membro das autoridades de transição da Guiné-Bissau, acompanhado por militares, obrigaram a tripulação duma aeronave da TAP a transportar de Bissau para Lisboa 74 presumidos cidadãos sírios com alegados passaportes falsos, em total desrespeito do direito internacional".

Segundo o porta-voz de Catherine Ashton, este incidente levanta sérias dúvidas sobre a realidade do Estado de direito na Guiné-Bissa-Bissau "e a vontade das próprias autoridades a respeitá-lo".

Na nota, a Alta Representante exortou "as autoridades de transição a tomar urgentemente medidas adequadas para evitar qualquer repetição deste tipo de incidentes e a cumprir plenamente as suas obrigações jurídicas internacionais e nacionais".

Recorde-se que o presidente da TAP fernando Pinto confirmou esta sexta-feira, 13, que a tripulação do voo foi obrigada por autoridades locais a transportar os referidos passageiros.

Na sequência deste caso, o ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional da Guiné-Bissau apresentou hoje, 13, ao presidente do Governo de Transição Serifo Nhamadjo o seu pedido de demissão.

Fernando Delfim da Silva disse que "gente ligada à imigração e segurança, está relacionada com isto".
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