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Tribunal guineense prende sete polícias suspeitos de assassinar um preso

  • Redacção VOA

Cidadão foi morto numa esquadra no dia 22 de Janeiro

Cidadão foi morto numa esquadra no dia 22 de Janeiro

Liga Guineense dos Direitos Humanos congratula-se com a decisão

Sete polícias acusados de assassinarem um preso na 5a. esquadra de Bissau a 22 de Janeiro foram detidos preventivamente por decisão de um juiz de instrução criminal.

O homem de nacionalidade guineense foi preso por furto, após queixa apresentada pela família.

O anúncio foi feito pela Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) nesta terça-feira, 28, que em comunicado afirma ter registado "com bastante satisfação o despacho do juiz”.

Um dos polícias que confessou o crime revelou ao juiz ter dado ordens aos colegas para torturarem Sadjo Baldé, que foi imobilizado e espancado, "vindo a falecer no itinerário para o Hospital Simão Mendes”, escreve a LGDH.

“Práticas reiteradas de tortura perpetradas impunemente pelos agentes da polícia têm de ser erradicadas da Guiné-Bissau, através da perseguição judicial e disciplinar dos criminosos”, continua a Liga, que considera a decisão “um aviso sério à corporação, desde a hierarquia até ao último soldado”.

A LGDH pede ainda que sejam apuradas responsabilidades noutros três casos de morte, após agressões policiais, em 2010, 2011 e 2014.

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