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Tráfico humano debatido em Maputo

  • Francisco Júnior

Marinês Biasibetti, representante da CEMIRDE, Maputo.

Marinês Biasibetti, representante da CEMIRDE, Maputo.

O encontro de Maputo é o primeiro do género organizado em Moçambique pela Comissão Episcopal para Migrantes, Refugiados e Deslocados.

A Comissão Episcopal para Migrantes, Refugiados e Deslocados (Cemirde) realizou ontem, 1, um debate sobre o perigo e os malefícios do tráfico de pessoas e a extracção e comércio de partes de órgãos humanos.

O órgão, que responde perante a Conferência Episcopal dos Bispos, pretende lançar um grito de alerta sobre este fenómeno que afecta sobremaneira Moçambique.

Segundo a irmã de caridade Marinês Biasibetti, representante da Cemirde, no encontro de Maputo participarm líderes comunitários, elementos das forças de segurança e outros convidados que trabalham na área da justiça e paz, incluindo da Liga dos Direitos Humanos.

O encontro de Maputo, que conta com a parceria da Save The Children e o patrocínio da Caritas Italiana, é o primeiro do género organizado em Moçambique pela Comissão Episcopal para Migrantes, Refugiados e Deslocados.

Cemirde está a preparar uma campanha radiofónica, que visa difundir mensagens sobre a prevenção do tráfico humano. Mas, enquanto os materiais não ficam prontos, o órgão diz que as pessoas podem denunciar, se souberem de casos de tráfico humano.

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