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Trabalhadores e gestores da clínica da Sonangol mantêm braço-de-ferro

  • Manuel José

Petrolífera nega responsabilidades pelos trabalhadores sub-contratados através de outra empresa

Prossegue o braço de ferro entre trabalhadores grevistas e a Direcção da Clinica Girassol.


De acordo com um sindicalista perto de 500 trabalhadores que prestam serviço à Clinica Girassol continuam em greve, exigindo melhorias salariais e condições de trabalho.

Analistas criticaram a companhia petrolífera Sonangol, proprietária da clínica, por não resolver o problema afirmando não compreender como uma empresa rica como aquela se recusa a atender as reivindicações, principalmente a que diz respeito ao tratamento dos trabalhadores nesse hospital.

Mas a Sonangol diz que não ser responsável pelos tabalhadores que foram sub-contratados através de outra empresa.

A paralisação mereceu o encorajamento do cientista político ligado à Unita António Saúde Cabina.

"Eu encorajo esta greve e os gestores da clinica Girassol devem ver bem esta situação porque a Sonangol produz muito dinheiro, “disse Cabina que manifestou indignação pelo facto de uma firma como a Sonangol mostrar-se incapaz de resolver o problema. Nao se percebe", disse

Do ponto de vista da gestão, o economista Faustino Mumbika considera que uma das reivindicações dos trabalhadores pode ser facilmente satisfeita pela clinica Girassol.

"Os aspectos que estão a levantar os trabalhadores prendem-se com a exigência agora de terem de pagar 50 porcento em dinheiro para poderem serem assistidos na clinica onde eles prestam serviço, não importa a sua condição contratual junto da clinica Girassol", disse

Os trabalhadores grevistas exigem, entre outras questões, a melhoria dos salários e das condições de trabalho, bem como o direito a serem assistidos na clinica Girassol.
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