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Tiroteio deixa 20 mortos e 42 feridos em discoteca nos Estados Unidos

  • Redacção VOA

Orlando Police Chief John Mina and other city officials answer the media's questions about the Pulse nightclub shooting in Orlando, Florida, June 12, 2016.

FBI investiga o caso em discoteca de Orlando maioritariamente frequentada por homossexuais de provável atentado terrorista.

Um homem matou 20 pessoas e deixou 42 pessoas feridas numa discoteca maioritariamente frequentada por homossexuais na madrugada deste domingo, 12, em Orlando,nos Estados Unidos.

O atirador morreu durante uma troca de tiros com a polícia e o caso está a ser investigado pela polícia de investigação americana, FBI, como um possível ataque terrorista doméstico.

O comandante da policia de Orlando John Mina disse que a corporação foi chamada por volta das 2 horas locais e, quando agentes chegaram à discoteca, houve uma troca de tiros do lado de fora, tendo o atirador regressado para o interior, onde fez vários reféns.

Comandante da polícia de Orlando John Mina e outros oficiais
Comandante da polícia de Orlando John Mina e outros oficiais

“Parece que estava bem organizado e preparado para o ataque”, revelou Mina, adiantando que o atirador, cujo nome não foi revelado, tinha duas armas de fogo.

Pouco antes de anunciar a morte do atirador, a polícia revelou ter feito uma "explosão controlada" em frente à discoteca, sem dar detalhes.

Uma testemunha disse a jornalistas ter ouvido disparos contínuos durante um minuto por volta das 2 horas da manhã e que “havia sangue por toda a parte” na discoteca Pulse, que se apresenta como "o mais quente de Orlando".

Este tiroteio acontece um dia depois de um atirador ter morto a cantor Chrsitina Grimmie, à saída de um espectáculo em Orlando.

Kevin James Loibl, de 27 anos, foi identificado como autor dos disparos contra Grimmie, mas a polícia acredita que os dois casos não estão relacionados.

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