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Terroristas usaram passaportes diplomáticos falsos no sequestro em Mali

  • Alvaro Ludgero Andrade

Bamako

Bamako

O director da rádio Nasira Olé, Yaya Coulibali, em Bamako, confirmou à VOA que, até ao início da noite desta sexta-feira, o Governo tinha confirmado a morte de 18 pessoas das cerca dos 170 reféns num hotel luxo na capital do Mali

Agências internacionais, no entanto, avançam com 27 mortos.

Yaya Coulibali explica que os reféns foram libertados pelo exército maliano, que terá contado com a ajuda da Força de Estabilização do Mali das Nações Unidas e também de um comando americano que está a ajudar o Governo de Bamako no esforço de normalização do país, particularmente no norte.

A mesma fonte adiantou que 10 pessoas ficaram feridas, entre elas dois militares malianos.

Os autores do sequestro são dois membros do grupo extremista Al-Mourabitoun, um movimento terrorista no Norte do Mali e que está ligado à rede Al Qaeda.

Coulibali disse que os dois atacantes tinham passaportes diplomáticos falsos que lhes permitiram entrar no país e ter acesso a lugares bem vigiados como um hotel de luxo na capital Bamako.

Apesar do fim do sequestro, a mesma fonte disse que a capital maliana não está tranquila porque este é o primeiro ataque terrorista em Bamako.

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