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Tensão afecta sector do turismo em Moçambique

  • Ramos Miguel

Ilha da Inhaca, Maputo, Moçambique

Ilha da Inhaca, Maputo, Moçambique

Inhambane é a excepção: Bazaruto não está cheio.

O pico da época do turismo em Moçambique praticamente já iniciou, mas, por causa da tensão político-militar, ainda não se nota uma actividade intensa, em particular em Sofala, onde se localiza o mítico Parque Nacional da Gorongosa.

A actual governação em Moçambique definiu o turismo como um dos quatro sectores prioritários no seu plano de cinco anos, mas a tensão militar tem retardado o seu desenvolvimento.

No Parque Nacional da Gorongosa desenvolveu-se, no passado, um turismo de alta qualidade, mas neste momento, a actividade turística está bastante reduzida, ou não seria Sofala o epicentro da actual tensão militar no país.

Situação idêntica vive-se também ao nível da cidade de Maputo, onde, por esta altura do ano, as estâncias turísticas já deviam estar com a maior parte dos quartos reservados, o que não acontece.

Entretanto, a província de Inhambane, com um enorme potencial turístico, não tem motivos para se preocupar, porque até vai ultrapassar, largamente, o número de turistas que recebeu em 2015.

Aliás, todas as estâncias turísticas do paradisíaco Arquipélago de Bazaruto têm todos os seus 200 quartos já reservados.

No país, o turismo emprega mais de 300 mil pessoas e representa cerca de 3,5 porcento do Produto Interno Bruto (PIB).

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