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Cadeias de “fast food” entram na África do Sul


Uma recente sondagem mostrou que três quintos dos sul-africanos consomem “fast food” numa base mensal.

A indústria de “fast food” (refeições rápidas) está a crescer na África do Sul e mais restaurantes estão a entrar no mercado enquanto aumenta a procura dos consumidores. Uma recente sondagem mostrou que três quintos dos sul-africanos consomem “fast food” numa base mensal. Mas esse aumento de apetite por refeições rápidas traz preocupações de saúde.

A companhia americana de “fast food” Burger King anunciou que vai entrar no próximo ano no mercado sul-africano.

A Grand Parade Investments, uma companhia sedeada na Cidade do Cabo, negociou os direitos para levar a Burger King para a África do Sul assim como a outros seis países da África Austral. O primeiro restaurante irá abrir entre Março e Julho do próximo ano.

O mercado de “fast food” na África do Sul tem crescido nos últimos anos. Um estudo pela companhia Analytix Business Intelligence, mostra que o número de pessoas que dizem ter consumido refeições rápidas no último mês aumento de 20,6 milhões em 2007 para 25,3 milhões em 2011.

O jornal sul-africano “Business Day” informou que o gigante americano de “fast food” Wendy’s está também a pensar entrar no mercado sul-africano.

Embora a entrada de companhias de “fast food” na África do Sul contribuam para um aumento de postos de trabalho num país com mais de 25 por cento de desempregados, o crescimento da indústria de “fast food” tem tido um impacto na cintura dos sul-africanos.

Em 2010, uma sondagem da companhia farmacêutica GlaxoSmithKline descobriu que 61 por cento dos sul-africanos têm peso a mais, são obesos ou sofrem de obesidade mórbida.

A Dra. Nelia Steyn, que tem estudado as dietas alimentares e a nutrição dos sul-africanos, disse que o governo sul-africano iniciou passos para promover estilos de vida mais saudáveis, mas que as pessoas têm de se consciencializar no que diz respeito à saúde, a partir de uma idade jovem.

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