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Sonip nega existência de crianças nas suas obras

  • Coque Mukuta

Trabalhadores franzinhos e sem documentos levantam suspeitas.

A Comissão Executiva da Sonangol Imobiliária e Propriedade (Sonip) negou a existência de menores nas obras que empresas chinesas estão a realizar.


Estas acusações foram feitas a propósito das obras em curso para a construção de três novas centralidades em diversos lugares na capital do país e que devem estar prontas em Junho de 2015.

O presidente da Comissão Executiva da Sonangol Imobiliária e Propriedade, Lda, Orlando Veloso, adiantou ainda que “em relação às províncias há muitos jovens que, por motivo de guerra, não têm documentos, o que torna difícil perceber a idade e alguns por serem franzinhos pensa-se que são menores".

Mas reiterou: "mesmo assim orientámos ao empreiteiro que quem tiver idade duvidosa não deve ser empregue ou que seja despedido”.

Na ocasião, Veloso sublinhou ainda que as infra-estruturais sociais para os projectos estão todas contempladas.

As centralidades, que terão um total de 18 mil moradias, vão beneficiar cerca de 108 mil pessoas

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