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Fumar Em Africa


Fumar Em Africa

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O consumo de tabaco tem efeito devastador a nível a saúde e da economia. Na África Lusófona o tabagismo é um crescente problema de saúde. Em alguns casos mais ofuscado por outros problemas de saúde causados por doenças como a malária/paludismo, HIV/SIDA, que mais espectaculares e visíveis nos seus resultados consomem uma maior fatia dos orçamentos de saúde.

Em quase todo eles existem leis que regulamentam a comercialização e consumo de tabaco em locais públicos e ambientes colectivos. Contudo, a legislação nem sempre é fácil de implementar ou cumprir. E os números dos que fumam parecem ter tendência a aumentar. Sobretudo entre os jovens, e afirma-se, as mulheres.

Na Guiné-Bissau, o consumo de tabaco não és assunto assustador, mas constitui uma preocupação para as autoridades sanitárias.

Em Moçambique desconhece-se o número dos fumadores. Existem leis anti-tabaco em vigor. Os prevaricadores são multados. Mas fumar movimenta muito dinheiro.

Em Cabo Verde, as autoridades não vêem no consumo do tabaco um problema. Apesar de cerca de 10 porcento da população fumar, o tabagismo é suplantado pelo alcoolismo.

A Dra. Nídia Remane, a nossa médica residente, diz-nos que o consumo do tabaco “compromete a saúde e o futuro dos jovens” porque os debilita e porque lhes pode provocar doenças que se irão manifestar anos mais tarde.

A maior parte dos que fumam dizem ter começado a fazê-lo cedo, continuam-no a fazer por “prazer em tirar uma fumaça”. Apesar de muitos deles admitirem que tentam deixar de fumar, pois conhecem os riscos implícitos no puxar de um cigarro.

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