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SINPROF na Huíla pede demissão do Ministro da Educação

  • Teodoro Albano

João Francisco diz que ministro não estima os professores

Professores reúnem-se neste fim-de-semana em todo o país

O Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) na Huíla exige a demissão do Ministro da Educação de Angola, Mpinda Simão, por entender ser este o principal responsável por muitos dos problemas que enfermam o sector.

A actualização da carreira docente e a regularização de vários subsídios por implementar são alguns dos pontos que nos últimos anos têm dividido o sindicato e o governo.

Para o secretário provincial do SINPROF na Huíla, João Francisco, a ausência de solução perante um caderno reivindicativo apresentado em 2013, é a prova da insensibilidade do governante, por isso entende, que o único caminho é a sua demissão do cargo.

“Quando o ministro vem dizer que nós não trabalhamos sob pressão, significa que ele não está interessado em resolver os problemas destes trabalhadores, e se não está interessado é porque ele não estima estes trabalhadores, por isso vamos exigir a demissão do senhor Ministro da Educação porque ele não tem sabido apresentar correctamente os problemas que afligem a classe docente nem tem defendido a classe de professores junto do titular do poder Executivo”, revelou Francisco.

A exigência do SINPROF na Huíla, surge nas vésperas de mais uma assembleia da classe a acontecer neste sábado 25, um pouco por todo o país, segundo apurou a VOA, que pode ser decisiva quanto ao rumo a tomar sobre a situação do ensino geral em Angola nos próximos dias com o espectro de greve a pairar.

A actualização da carreira docente, segundo o sindicalista, é o ponto que mais inquieta os professores e argumenta.

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