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Sete agentes da polícia mortos por elementos afectos a seita no Huambo

  • Redacção VOA

Foto de Arquivo

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As forças policiais que cumpriam um mandado de captura contra o líder da seita Sétimo Dia a Luz do Mundo, Julino Kalupeteca, foram recebidos com tiros.

Sete efectivos do Comando Provincial do Huambo da Polícia Nacional foram assassinados ontem, 16, por elementos afectos a uma seita religiosa denominada Sétimo Dia a Luz do Mundo.

Segundo uma nota de imprensa do Comando Provincial do Huambo da Polícia Nacional citada pela Angop, entre as vítimas do assassinato está o comandante municipal da Polícia da Caála.

O documento refere que pende sobre o líder da seita, Julino Kalupeteca, um mandado de captura emitido pela Procuradoria Geral da República da província do Bié.

De acordo com a polícia, em cumprimento do mandado de captura de Julino Kalupeteca emitido pela Procuradoria Geral da República da província do Bié, os agentes deslocavam-se à localidade da Serra Sumé, a 25 quilómetros da sede municipal da Caála, “quando foram surpreendidos por disparos de arma de fogo de que resultaram as referidas mortes e o ferimento grave de outros dois agentes”.

A VOA noticiou ontem, 16, que um agente da Polícia foi espancado até à morte no município do Balombo, província de Benguela, alegadamente por fiéis da mesma seita religiosa.

Um oficial da polícia ficou ferido nos confrontos em que, segundo as autoridades, a polícia tentou dispersar os fiéis com “tiros para o ar”. Várias pessoas foram presas.

Tudo começou quando, movida por denúncias populares, a polícia enviou agentes ao local onde se realizava um retiro da seita.

Os policiais teriam sido atacados pelos fiéis dessa seita que anteriormente foi acusada de ter provocado embaraços e "distúrbios" aquando do censo populacional.

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