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Saúde do Presidente pode ter causado motim de 26 de Dezembro - analista


Armas que, segundo o governo guineense, foram usadas no motim de 26 de Dezembro

Armas que, segundo o governo guineense, foram usadas no motim de 26 de Dezembro

Rui Landim crê que há risco de instabilidade que requer diálogo entre todas as facções guineenses

O analista político guineense Rui Landim crê que a Guiné-Bissau vive um risco elevado de instabilidade política, devido à morte do presidente da República.

Entrevistado pela VOA, a partir de Bissau, afirma que a rebelião militar de 26 de Dezembro pode ter sido provocada já pela antecipação de um vazio político, face ao estado de saúde de Malam Bacai Sanhá.

Afirma que "o primeiro impacto" da morte do Presidente "é criar um clima de alguma crispação", entre os actores politicos das diferentes sensibilidades.

Afirma que "aquilo que pasou a 26 Dezembro" ainda está por esclarecer, mas "não é estranho ao estado de saúde do Presidente da República e há uma certa crispação.

Para Rui Landim, com o presidente Sanhá, "conseguiu-se debelar, ou minorar o clima de instabilidade, e com esta morte do PR abre-se uma certa incerteza, uma situação de desconfiança e tensão."

O analista diz "a constituição aponta 60 dias" com o prazo para realizar eleições "mas a situação real do pais apomnta para outros prazos", pelo que se impõe um diálogo.

"So há um caminho: negociação, diálogo e comncertação, para se poder encontrar uma saída que seja a melhor para o país e para o reforço da democracioa", disse Landim.

As partes, disse, têm que negocoiar o calendário das eleições e a sua preparação, para quie sejam "democráticas, livres, justas e transparentes".

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