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São Tomé reaproxima-se da China

  • Óscar Medeiros

 Banco central de São Tomé e Príncipe

Banco central de São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe quer obter investimentos da China Continental para impulsionar a sua economia.

O governo de São Tomé e Príncipe decidiu-se pela aproximação a Pequim mas não quer paralelamente por em causa as relações diplomáticas estabelecidas com Taiwan há dezasseis anos.
A República Popular da China acaba de inaugurar em São Tomé uma representação de ligação com as autoridades do arquipélago.

A cerimónia que decorreu à porta fechada nas instalações da antiga embaixada da China Popular contou com a participação de membros do governo santomense, altos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, assessores da Presidência da Republica e dirigentes do partido MLSTP-PSD no Poder.

Perante a presença diplomática taiwanesa em São Tomé e Príncipe desde 1997 depois da rotura das relações com Pequim, Osvaldo Abreu, representante do governo justificou a aproximação à China Popular com a necessidade de estabelecimento de relações empresárias.

São Tomé e Príncipe quer obter investimentos da China Continental para impulsionar a sua economia. O porto de águas profundas está na lista de projectos apresentados as autoridades de Pequim. O Ministro das Obras Publicas, Infraestruturas, Recursos Naturais e Meio Ambiente garante que a confiança nesta nova relação com a China Popular é total. Agora resta saber com vão reagir as autoridades taiwanesas perante a aproximação de São Tomé e Príncipe à Pequim.
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