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São Tomé e Prínciple quer evitar repatriamento de cinco mil ilegais em Angola

  • Óscar Medeiros

Patrice Trovoada

Patrice Trovoada

As autoridades são-tomenses propõem que a situação de ilegalidade em que se encontram os seus cidadãos seja analisada caso-a-caso.

O Governo de São Tomé e Príncipe está a negociar com as autoridades angolanas formas de evitar o repatriamento de seus cidadãos em situação irregular em Angola.

Neste momento há mais de cinco mil são-tomenses a residirem ilegalmente no território angolano.

O primeiro-ministro do arquipélago reconhece que a primeira opção do Governo angolano deve ser o repatriamento das pessoas em situação irregular mas também considera que nem todos os casos merecem o mesmo tratamento.

As autoridades são-tomenses propõem que a situação de ilegalidade em que se encontram os cidadãos do seu país em Angola seja analisada caso a caso e já deram início a uma ofensiva diplomática neste sentido.

Esta preocupação das autoridades são-tomenses também mereceu destaque na recente visita do primeiro-ministro Patrice Trovoada a Luanda.

O Governo de São Tomé e Príncipe vai usar todas as ferramentas de que dispõe no âmbito da cooperação entre os dois países para evitar o repatriamento massivo de cidadãos são-tomenses.

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