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Novo primeiro-ministro de São Tomé promete estabilidade

  • Óscar Medeiros

Gabriel da Costa, primeiro ministro de São Tomé

Gabriel da Costa, primeiro ministro de São Tomé

O novo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe prometeu hoje manter uma cooperação institucional com o presidente e com o parlamento para garantir a estabilidade e a unidade necessárias para se ultrapassar a crise no país.




Contudo a cerimónia de tomada de posse foi boicotada pelos parlamentares do Acção Democrática Independente ADI que controlava o anterior governo e que caiu depois de um voto de não confiança no parlamento. A ADI disse não reconhecer o novo governo.

O novo chefe do governo, Gabriel da Costa, defendeu o novo governo que ter saído de uma maioria parlamentar inequívoca que terá como uma das suas tarefas tranquilizar o cidadão perante o pânico causado pelas ameaças proferidas durante a crise".

Pra Gabriel da Costa o novo governo é também "um sinal de tranquilidade perante os empresários, para os trabalhadores, para os investidores nacionais e estrangeiros de que não haverá caos".

"A vocação para o diálogo será uma constante na nossa actuação, com a humildade de quem conhece a complexidade da tarefa que tem pela frente, de quem sabe serem escassos os recursos disponíveis perante crise que assola o mundo e flagela as economias vulneráveis como a nossa", sublinhou.

O novo primeiro ministro repetiu acusações anteriormente feitas pelo Presidente Pinto da Costa de que a crise governamental tinha sido artificialmente engendrada, apenas com o propósito de provocar eleições legislativas antecipadas".

Para além de boicotar a cerimónia a ADI emtiu um comunicado afirmando não reconhecer o novo governo que disse ter sido forjado na Assembleia Nacional e no palácio presidencial".

No seu discurso de tomada de posse o novo primeiro ministro sublinhou a sua intensão de aprofundar as relações com Angola.
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