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Indecisão no caso de agressão de civil por militares em São Tomé e Príncipe

  • Óscar Medeiros

 Palácio Presidencial de São Tomé e Príncipe

Palácio Presidencial de São Tomé e Príncipe

A reunião convocada de emergência para analisar o caso não foi conclusiva.

Em São Tomé e Príncipe, os membros do Conselho Superior de Defesa Nacional estão divididos quanto a permanência do Chefe do Estado Maior da Forças Armadas no cargo depois do seu envolvimento no espancamento de um delinquente cujo vídeo foi publicado na internet. A reunião convocada de emergência para analisar o caso não foi conclusiva.

No final, o porta-voz daquele órgão João Bexigas deixou entender que não há consenso quanto à questão principal que é o afastamento do brigadeiro Justino Lima do cargo de Chefe do Estado Maior das Forças Armadas devido o seu envolvimento no espancamento de um cidadão civil na parada do quartel-general.

Segundo apurou a VOA, os representantes do Governo e outros membros do Conselho Superior de Defesa Nacional próximos do Executivo de Patrice Trovoada defendem a demissão imediata do Chefe de Estado Maior, mas a outra parte, incluindo o Presidente da República e o Comandante Supremo das Forças Armadas Manuel Pinto da Costa considera que o relatório de inquérito e as imagens publicadas na internet ainda não são suficientes para tomar esta decisão.

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