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São Tomé: Hospital central continua a debater-se com problemas crónicos

  • Óscar Medeiros

No recinto hospitalar é constante o convívio com cães vadios e porcos e nos serviços de internamento são os ratos e as baratas que abundam.

Em São Tomé e Príncipe, os problemas sucedem-se no único hospital da capital com faltas crónicas de água, de abastecimentos básicos e de medicamentos.


O Hospital Ayres de Menezes funciona com um serviço de urgência improvisado no hall de uma das suas duas pediatrias, a rotura de stock de medicamentos essenciais é frequente, não há reagentes, faltam meios de diagnóstico, há escassez de especialistas e como se não bastasse a falta de higiene é outra grande preocupação.

No recinto hospitalar é constante o convívio com cães vadios, porcos e outros animais e nos serviços de internamento são os ratos e as baratas que tomam conta de tudo.

Dizem os utentes que a falta de higiene nas instalações do hospital é hoje um problema crónico devido à escassez de água.

Perante o mar de dificuldades no único hospital da cidade de São Tomé, responsáveis de alguns serviços como urgência, farmácia, laboratório entre outros estão proibidos de falar a imprensa sem a devida autorização superior.

Enquanto isto os utentes do hospital Ayres de Menezes, na sua maioria da camada mais desfavorecida da população, vão mantendo a esperança em dias melhores.
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