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São Tomé e Príncipe cresce, mas precisa de melhorar a cobrança de impostos, adverte o FMI


Cacau contribui para o crescimento da economia

Cacau contribui para o crescimento da economia

E continuidade de postura fiscal prudente…

O Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que o produto interno bruto de São Tomé e Príncipe poderá crescer até cinco por cento, este ano, mas o arquipélago precisa de reforçar a cobrança de impostos e “reforçar os sistemas financeiros”.

A posição foi apresentada, esta semana, por Antoinette Sayeh, director de África no FMI, no final da primeira visita àquele país.

O crescimento de São Tomé e Príncipe, segundo o FMI, será influenciado por investimentos públicos mais elevados, recuperação da produção de cacau e aumento do investimento estrangeiro no turismo.

O FMI aponta que a inflacção no país permanecerá em cerca de 4 por cento, sendo o nível mais baixo nas últimas duas décadas.

Destacando a recente aprovação de uma resolução bancaria, o FMI adverte o país a investir na melhoria da cobrança de impostos e reforço do sistema financeiro para consolidar o crescimento.

A continuidade de postura fiscal prudente para garantir que a dívida pública permaneça sustentável também é muito importante, disse Sayeh, que manteve encontros com o Primeiro-ministro, Patrice Trovoada; com a governadora do Banco Central, Maria do Carmo Trovoada Silveira; e outros dirigentes.

Recorde-se que em Julho de 2015, o FMI aprovou a extensão de um crédito de 6.2 milhões dólares americanos a São Tomé e Príncipe destinado, entre outros, a fortalecer as finanças públicas e reduzir a vulnerabilidade na balança de pagamentos.

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