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São Tomé: Primeiro-ministro diz que não agiu sózinho no caso de Elsa Pinto

  • Óscar Medeiros

Primeiro-ministro são-tomense, Gabriel Costa

Primeiro-ministro são-tomense, Gabriel Costa

É a primeira vez que o primeiro-ministro se pronuncia sobre o caso da nova procuradora geral da república.

O primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Gabriel Costa, disse que não decidiu sózinho sobre a proposta de nomeação de Elsa Pinto para o cargo de procuradora geral da república.


É a primeira vez que o primeiro-ministro se pronuncia sobre o caso da nova procuradora geral da república. Depois da posição marcada pela ordem dos advogados, Gabriel Costa reconhece que a situação é delicada e garante que vai assumir a sua responsabilidade.

De acordo com a Constituição da república de São Tomé e Príncipe, o procurador-geral da república é proposto pelo chefe do governo e nomeado pelo presidente da república, mas no caso de Elsa Pinto o primeiro-ministro afirma que não decidiu sozinho.

Perante o presumível acto de natureza criminal que envolve a nova procuradora geral da república e o seu perfil político a ordem dos advogados são-tomense aconselhou a sua demissão do cargo.

Confrontado com essa posição da bastonária da ordem dos advogados, o primeiro-ministro considera que a ordem fez o seu papel, mas enquanto chefe do governo Gabriel Costa diz que deve respeitar o relacionamento institucional antes de tomar qualquer decisão.
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