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Reaqualificação do Sumbe já é visível apesar dos atrasos

  • Fernando Caetano

Sumbe, Kwanza Sul

Sumbe, Kwanza Sul

A educação pré-escolar parece ser o sector esquecido, particularmente as cresces para albergar o número elevado de crianças ainda sem idade escolar.

A cidade do Sumbe há muito clamava por um novo rosto.

Os habitantes viveram mais de 15 anos numa capital de província que os afligia no quotidiano.


Tal situação fez-se sentir na balança económica da cidade, sobretudo no sector de hotelaria e turismo que perdeu avultadas somas para as cidades do Lobito e Benguela, que ofereceriam melhores condições a turistas nacionais e estrangeiros.

Para inverter esta situação, o governo local engendrou um plano que começou por renovar completamente a rede de esgotos, asfaltagem das ruas, passeios e lancís.

Em pouco tempo já é visível que a cidade do Sumbe mudou de visual e constitui já uma atracção turística.

Entretanto, a empresa brasileira contratada, a Odebrecht, mostra-se lenta na execução das obras sendo, no entanto, notável a qualidade das mesmas tendo em conta os mais de 300 anos de vida da cidade.

Recentemente o governador da província Eusébio de Brito Teixeira advertiu que em 2014 serão reforçados os órgãos de inspecção e fiscalização para evitar o incumprimentos na materialização dos projectos e programas traçados.

Eusébio Teixeira fez este pronunciamento principalmente para chamar atenção dos empreiteiros no sentido de honrarem os compromissos assumidos com o Estado.

Os habitantes de Sumbe começam sentir os efeitos dos investimentos.

Os jardins e outros locais de lazer da cidade vão ganhando corpo para satisfação das crianças e adolescentes, como disseram alguns residentes à Voz da América.

Um sector esquecido parece ser o da educação pré-escolar, particularmente as cresces para albergar o número elevado de crianças ainda sem idade escolar.

As pouquíssimas existentes encontram-se em reabilitação há mais de um ano e com valores já pagos a 100%.

Pais e encarregados de educação estão preocupados com a paralisação das obras.

Segundo o Governador, o executivo provincial projecta também intervir com sanções nas obras de requalificação a acontecer nas cidades de Porto-Amboim e Gabela, onde se registam maiores atrasos na execução por parte da empreiteira Odebrecht.

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