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Representantes da ONU preocupados com instabilidade na Guiné-Bissau

  • Redacção VOA

Miguel Trovoada, representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau

Miguel Trovoada, representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau

Chefes de missão das Nações Unidas na África Ocidental apelam ao diálogo entre personalidades e instituições.

Os chefes de missão das Nações Unidas na África Ocidental estão preocupados com a falta de garantias de uma "estabilidade duradoura" na Guiné-Bissau.

Num comunicado divulgado nesta segunda-feira, aqueles responsáveis manifestaram preocupação com “a ausência de um clima de estabilidade duradoura na Guiné-Bissau, apesar das elevadas expectativas que se seguiram à restauração da ordem constitucional" com as eleições de 2014.

Os representantes das Nações Unidas, que se reuniram na sexta-feira em Abidjan, capital da Costa do Marfim, exortaram os dirigentes políticos e instituições do país a apostarem no diálogo, de como a

criar um ambiente propício para a execução do programa de desenvolvimento do país".

A reunião de chefes de missão da ONU realiza-se duas vezes por ano para rever o progresso na implementação dos respectivos mandatos na região.

A Guiné-Bissau foi a votos em Abril de 2014 e o Governo empossado pouco tempo depois, liderado por Domingos Simões Pereira, conseguiu o engajamento de mil milhões de dólares para projectos de desenvolvimento.

Em Agosto, no entanto, o Presidente da República exonerou o Executivo e nomeou um novo primeiro-ministro, que foi considerado ilegal pelo Tribunal Constitucional.

José Mário Vaz teve de voltar a convidar o PAIGC a indicar um novo primeiro-ministro, tendo sido Carlos Correia o escolhido.

O programa de Governo será apresentado na Assembleia Nacional Popular no próximo dia 21.

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